terça-feira, 17 de julho de 2018

Como destrói uma nação

Por Almir M. Quites





No próximo dia 7 de outubro, os eleitores do Brasil vão às urnas para escolher seus governantes em primeiro turno, e no dia 28 de outubro, no segundo turno.

Seus governantes deveriam ser seus representantes, mas no vergonhoso processo eleitoral brasileiro é impossível que os eleitos sejam seus representantes.


segunda-feira, 9 de julho de 2018

Ataques à desvanecente democracia

Por Almir Quites

Falcatrua já é trabalho!

O que ocorreu no dia 6 de julho deste ano foi um gravíssimo ataque à débil  democracia brasileira e, em especial, ao sistema judiciário. 

Na maior irresponsabilidade, três deputados do PT — Wadih Damous, Paulo Teixeira e Paulo Pimenta — impetraram Habeas Corpus em favor do ex presidente Lula, meia hora (meia hora!!) depois de começar o plantão do desembargador Rogério Favreto, o qual foi (na verdade, é) militante do PT, partido do qual foi filiado por quase 20 anos.

Quem é Rogério Favreto?

A história profissional de Favreto é totalmente patrocinada pelo Partido dos Trabalhadores (PT). O desembargador se filiou ao PT, em 1991, quando ainda era apenas um advogado. Desde então, esteve à disposição deste partido, inicialmente levado a procurador geral da prefeitura de Porto Alegre, no governo de Tasso Genro (PT), depois na Casa Civil (2005) da ministra Dilma Rousseff e, mais tarde (2007 a 2010), como secretário da reforma do judiciário no Ministério da Justiça (de Tasso Genro, ainda no governo Lula), onde permaneceu até 2010. Em 2011, foi indicado pela ex presidente Dilma Rousseff (também do PT) para o mesmo tribunal, onde até hoje se encontra, na condição de desembargador. Foi quando se desfiliou do PT, embora tenha permanecido militante, como os últimos acontecimentos demonstram.

Sua nomeação como desembargador já foi cercada de polêmicas. Indicado pelo quinto constitucional da OAB, teve seu nome impugnado na lista que a entidade apresentou ao tribunal. A impugnação dizia que Favreto não exercera a advocacia ininterruptamente durante dez anos, um dos critérios para a seleção. Favreto foi apontado como apadrinhado do ex-ministro da Justiça Tarso Genro (PT-RS), governador eleito do Rio Grande do Sul e nome forte do então presidente Lula. A OAB-RS rejeitou as impugnações e chancelou as indicações. Logo, a OAB também tem responsabilidade nos acontecimentos de agora.


Como tudo aconteceu a partir da última sexta-feira?

De acordo com a assessoria de imprensa do TRF4, o plantão de Favreto começou às 19 horas de sexta-feira e terminou às 11 horas de segunda-feira. Os deputados federais ingressaram com a ação na sexta-feira, às 19h 32', conforme o sistema de acompanhamento processual do tribunal.

Os três deputados viajaram imediatamente para Curitiba. Quando saiu a notícia do despacho ordenando a soltura, eles já estavam na frente da carceragem em Curitiba.
É óbvio que tudo foi previamente armado com o desembargador, o qual foi apenas mais um homem-bomba disposto a sacrificar sua reputação para ajudar o "ídolo sagrado de nove dedos" a fazer o milagre do teletransporte para a liberdade ou foi algo ainda pior, um negócio escuso tramado nos subterrâneos da política e envolvendo muito dinheiro?

O Desembargador Favretodo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), não tem competência para libertar Lula, principalmente em regime de plantão, porque esta liberdade já foi negada por órgãos colegiados superiores, nominalmente, pela 8ª Turma do TRF4, pelo Superior Tribunal de Justiça e pelo Supremo Tribunal Federal. O próprio CNJ já definiu que o plantão “não se destina à reiteração de pedido já apreciado no órgão judicial de origem ou em plantão anterior, nem à sua reconsideração ou reexame”. Não se trata de um simples erro de interpretação das leis, mas de evidente dolo. Portanto, o Desembargador Rogério Favreto deveria ser punido. O que houve foi uma ação minuciosa para desgastar a Justiça e tentar converter em ganho político qualquer decisão contra o petista.

Acrescento que o Conselho Nacional de Justiça já registra cinco processos disciplinares contra o desembargador Rogério Favreto.

Não contentes em escarnecer com toda a ordem democrática nacional para que as instituições se submetam aos caprichos de um partido, um grupo de advogados do PT também pediu a prisão de Sérgio Moro. O processo judicial vira instrumento de propaganda e manobras políticas.

Tudo isso decorre do monstruoso aparelhamento do Estado, que foi empreendido pelo PT, nomeando juízes amigos e ministros dos tribunais superiores. Não há limites éticos para os militantes fanáticos.

Em 13 anos no poder, a seita petista nomeou sete dos 11 ministros do STF, entupiu os tribunais regionais de obcecados ativistas e também os difundiu em escolas e universidades para alucinar sugestionáveis com discursos demagógicos e hipócritas. Se tivessem permanecido no poder por mais uns cinco anos, teriam aparelhado até as minúsculas alçadas dos três poderes da República. Quem disse que os três poderes são independentes?

As abomináveis peripécias jurídicas de ontem indicam que os próximos meses estamparão um clima de "queima de estoque" de ardis por parte da malandragem petista e seus aliados.

A democracia no Brasil já é uma farsa. O que resta da fogueira democrática são as brasinhas ainda acesas entre juízes de primeira e segunda instâncias do poder judiciário, e entre jovens procuradores e policiais federais do poder executivo.

Continue lendo aqui:
A BILIONÁRIA FARSA ELEITORAL
http://almirquites.blogspot.com/2018/01/a-bilionaria-farsa-eleitoral.html

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  1. Bolsonaro é a imagem invertida de Lula
  2. Manual do Protesto do Joãozinho
  3. Junta apuradora de votos inexistentes
  4. O mau exemplo do candidato
  5. Invasão de "fake news"
  6. Desilusão é só para iludidos
  7. Notícia falsa faz mal! Não as repasse.
  8. Teste Oficial de Segurança das Urnas Eletrônicas
  9. A normalidade da farsa
  10. Temos república?
  11. Eleição no Japão é mais uma lição
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domingo, 8 de julho de 2018

7 a 1 para a Alemanha

Por Almir Quites

"Sem palavras!" ("Ohne Worte!")

Quando a seleção de futebol da Alemanha foi desclassificada da Copa do Mundo deste ano, vi nas redes sociais uma avalanche de agressões contra aquele país, como se o Brasil tivesse sido agredido por ele e agora tivesse conseguido revidar. Na verdade, nem a Alemanha agrediu o Brasil na Copa de 2014, nem o Brasil venceu a Alemanha na Copa atual.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Bolsonaro é a imagem invertida de Lula

Por Almir M. Quites




Nota inicial:
Primeiramente esclareço que não acredito no processo eleitoral brasileiro e, por coerência, não participo dele. Sempre vou à cabine eleitoral e lá faço o Protesto do Joãozinho.

Parece-me óbvio que Jair Bolsonaro não tem estatura moral para ser Presidente da República, como Lula e Dilma não tinham. 

São muito semelhantes os comportamentos de Lula e Bolsonaro. Um é a imagem invertida do outro num espelho. O que é esquerda vira direita e vice-versa.

Quando escrevi, pela primeira vez, que o comportamento vulgar, bravateiro e irresponsável de Bolsonaro não diferia muito do comportamento do Lula, a reação foi imediata. Bolsonaristas ficaram indignados. Para eles, o deputado Jair Messias Bolsonaro seria o avesso do ex-presidente Lula da Silva. Um estaria no espectro ideológico da direita e outro no da esquerda. 

Só que esquerda e direita são apenas espectros simplistas e simétricos da política. Na verdade, há muito em comum entre ambos, tanto que, nos regimes mais radicais, é bem mais fácil perceber que eles não se distinguem. Uma ditadura de esquerda não é diferente de uma ditadura de direita, não importa se a ideologia seja nacionalista ou internacionalista. O mesmo acontece entre Lula e Bolsonaro.

Politicamente Luis Inácio Lula está "mortinho da Silva", trancafiado num presídio, condenado a 12 anos. Bolsonaro parece querer substituí-lo no imaginário popular. Logo, convém examinar mais detidamente as similitudes entre ambos.

Há muito mais em comum entre Lula e Bolsonaro do que suspeitaria a imaginação popular brasileira. Ao seu modo, ambos adotam um discurso populista. O populismo é a atitude política que exalta o povo como uma entidade de qualidades superiores, quase divinas, mas que, na verdade, trata-o como um ser infantilizado, adulado com princípios e programas demagógicos, isto é, baseados na estratégia de agradar a massa popular a qualquer custo para poder manipulá-la, incluindo promessas que não serão realizadas, visando apenas a conquista do poder político e ou outras vantagens inconfessáveis. É a estratégia de condução político-ideológica, valendo-se da utilização de argumentos emocionais, concupiscentes, estimuladores de cobiça, ou irracionais, sempre em proveito próprio. 

Bolsonaro e Lula 
apresentam-se com a roupagem de Salvador da Pátria. Se Lula fosse um simples eleitor votaria em Bolsonaro; se Bolsonaro fosse um simples eleitor, votaria em Lula. 

No comportamento, um é o espelho do outro. Ambos são grosseiros, incultos, vaidosos, irresponsáveis, bravateiros, mentirosos... Se fossem irmãos não teriam comportamentos tão semelhantes. Os petistas e os bolsonaristas também são muito semelhantes.

Ambos tratam de despertar um saudosismo enganoso, que desconsidera a impossibilidade de se voltar ao passado político e econômico. Hoje o Brasil, trôpego, mal caminha e o mundo também mudou. Mesmo assim, ambos pregam uma volta a um passado. Lula se dedica à canonização do seu governo, para vender a imagem de um período de prosperidade em comparação ao que temos hoje. Bolsonaro se 
dedica à canonização da Ditadura Militar, para trazer à tona os resquícios da poderosa propaganda da era do “milagre econômico” e assim contrapor a realidade de hoje à época em que se alardeava haver emprego, crescimento e segurança. Ambos esquecem que uma crise política e econômica como a de hoje não acontece da noite para o dia e por acaso. Bem ao contrário, a crise brasileira foi construída durante muitas décadas de demagogia,  muita corrupção e desprezo em relação aos interesses da nação. Bolsonaro e Lula exageram desmedidamente as virtudes desses dois períodos históricos e escondem a herança maldita que deixaram para os governos posteriores.

Os dois milagres econômicos do passado, o de Bolsonaro e o de Lula, eram falsos. 

O “milagre econômico” do regime militar só sustentou certa estabilidade em uma conjuntura internacional na qual o petróleo tinha preços baixíssimos (à época o Brasil não era autossuficiente) e a economia tinha elevado grau de liquidez internacional. A crise do petróleo de 1973 levou ao fim do “milagre” e o governo do general Ernesto Geisel a apostar num falso crescimento, produzido com o intervencionismo estatal demagógico na economia.

Em 1979 veio a nova crise do petróleo e o Brasil entrou em colapso, com uma dívida externa não administrável e uma inflação de 242,68% no último ano do governo do general João Batista Figueiredo. O “milagre econômico” desaguou no pesadelo da década perdida dos anos 80. É para esse mundo que Bolsonaro quer nos levar de volta.

O “milagre econômico” do governo Lula também só se sustentou em uma conjuntura internacional de petróleo a preços baixos e de elevado grau de liquidez internacional, alavancada pelo "boom" internacional das "commodities",  que levou todos os países da América Latina a uma prosperidade passageira. O governo permaneceu demagógico ao invés de aproveitar a oportunidade para desenvolver programas sérios de desenvolvimento a longo prazo. 

Com a crise internacional de 2008, quando as Bolsas de Valores de todo o mundo despencaram, a bolha da commodities estourou, o desastre da demagógica “nova matriz econômica”, iniciada no segundo mandato de Lula, gerou a maior crise econômica da história do Brasil. Ao final do governo de Dilma Rousseff, a dívida interna bruta saltou para quase 70% do PIB, a economia recuou 8,2%, a inflação chegou a casa de dois dígitos, voltando a atormentar as famílias. Os juros, por sua vez, dispararam. O modelo de Lula & Dilma revelou-se um aparato de implodir empregos, gerando quatorze milhões de desempregados.

Lula e Bolsonaro sempre apostaram no intervencionismo estatal, no expansionismo fiscal, em políticas econômicas heterodoxas, enfim, em modelos populistas, sempre aderentes à defesa de privilégios de corporações de servidores públicos.

Tanto Bolsonaro como Lula nunca falam de economia, no entanto ambos foram contra o Plano Real e também a favor da manutenção do monopólio estatal do petróleo, contra as privatizações das empresas de telecomunicações, contra medidas de ajustes das contas públicas, que cortassem privilégios de servidores, contra a reforma da previdência desde o tempo do presidente Fernando Henrique Cardoso. Bolsonaristas e petistas sempre andaram juntos. 


Em 1999, Bolsonaro disse em entrevista que era fã de Hugo Chávez, então presidente da Venezuela, admirador do Bolivarismo e que gostaria de ver aquele modelo aplicado a toda a América Latina (entrevista para jornal O ESTADO). Disse também, na mesma entrevista, que ele não era contra o comunismo! (Veja a reportagem abaixo)

Um artigo meu, do ano passado, demonstra claramente o caráter de Bolsonaro. O título foi BOLSONARO VERSUS MÍRIAM LEITÃO - https://bit.ly/2IAysfR



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Almir Quites

A VERDADE É CONSIDERADA "JOGO SUJO"
Simples assim!



A entrevista da foto  é real! 

Foi publicada no jornal O Estadão no dia 4 de setembro de 1999, 7 meses após a posse de Hugo Chávez na Venezuela, como se pode ver no acervo do jornal.

Jair Bolsonaro chamou Hugo Chávez de “esperança para a América Latina” e acrescentou Gostaria muito que esta filosofia chegasse ao Brasil. Acho ele ímpar. Pretendo ir à Venezuela e tentar conhecê-lo”.

Bolsonaro afirmou ainda que Chávez poderia fazer “o que os militares fizeram no Brasil em 1964, com muito mais força” e que “não tem nada mais próximo do comunismo do que o meio militar”.

Procurado em dezembro de 2017 pelo Estadão para comentar essas suas declarações, Jair Bolsonaro disse que, apesar de confirmar ter dito essas coisas, acha um “jogo sujo” desenterrarem essa entrevista tão antiga!


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domingo, 1 de julho de 2018

Diagnóstico cívico

Por Almir M. Quites



Brasileiros, esqueçam o futebol e o NEYMAR! O STF também é um time do Brasil com 11 integrantes, mas que só faz gol contra! Eles deveriam julgar e punir os políticos criminosos para proteger o nosso país, mas fazem o contrário, protegem os bandidos e colocam em risco nossas vidas. Isto tem que acabar!

sábado, 30 de junho de 2018

Eleições no México, 2018

Almir M Quites



Amanhã, domingo (01/07/2018), haverá eleições no México. 

Você verá, na TV, que os mexicanos não adotam o voto eletrônico. Eles usam voto de papel e apuração manual. As urnas são caixas de papelão reforçado e plástico transparente (foto acima). Em apenas 4 horas após o encerramento da votação, a apuração (escrutínio) estará completa, mas, como a apuração é transparente (é fiscalizada), os mexicanos têm o direito de contestar os resultados e impugnar urnas. Este direito, que foi surrupiado dos brasileiros, faz com que muitas urnas tenham que ser recontadas 

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Meu Pequeno Apê

Por Aline P. Quites


Quando eu era recém formada, comprei um apartamento no bairro da Trindade, na rua Marcus Aurélio Homem, 95, Florianópolis, bem pertinho do Campus da Universidade Federal (UFSC). Por incrível que pareça, eu o comprei com as economias que fazia com a bolsa da Capes, quando cursava mestrado e doutorado na UFSC. Eram outros tempos!

O apartamento tem 2 quartos, sala com sacada, cozinha, área de serviço, banheiro e garagem para um carro. Fica no terceiro andar e tem acesso por elevador. P
equeno, mas não muito (tem 75,4 m2), perto do campus da UFSC, mas não colado nele (para que tivesse tranquilidade). São 380 metros até o limite do campos, ou seja, 6 minutos a pé (ver imagem).

Meu Apê  (apartamento) é silencioso, arejado, tem boa iluminação natural e dá para ver a lua nascendo de frente à  sacada e da janela do quarto maior. 

Mas a vida, por vezes, interfere em nossos planos. Tive que me mudar para poder cuidar de minha mãe. Não adianta lamentar, temos que "transformar limão em limonada". Os planos deveriam mudar.

Agora quero alugar o apartamento mobiliado, mas só para quem se proponha a cuidar muito bem dele! É perfeito para estudante de pós-graduação que se mude para Floripa para estudar na UFSC ou para quem trabalhe na região.

A vida ensina a consertar o futuro!

Obtenha mais informações por e-mail (ver abaixo)

Localização:


Amigos, vejam abaixo algumas fotos do meu Pequeno Apartamento, da rua Marcus Aurélio Homem, 95.

Na rua Desembargador Vitor Lima  tem: farmácia; mercado, clínicas. 

No perímetro da UFSC tem: supermercados, restaurantes, padarias, bancos, material de construção, farmácias, pizzarias, lojas, clínicas veterinárias e muito mais.

Informo que o e-mail para contato é quites@soldasoft.com.br.



Aline Porto Quites

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Imagens
do "Pequeno Apê"

Sala de estar e jantar

Vista da sacada: campus da UFSC


Cozinha e área de serviço


Quarto de casal

Quarto de casal de outro ângulo


Banheiro


Banheiro de outro ângulo

Segundo quarto

Segundo quarto de outro ângulo


Outra foto da vista da sacada


Visto da janela do apê.

Vi aqui desta janela,
um arco-íris surgir.
Um portal em aquarela
rejubilando o porvir.



Por Floripa
Letra e música de Almir Quites
Na voz de Ed Júnior e arranjo de Neto Fernandes

A nossa cidade também é a nossa casa. Nossa cidade precisa de cuidados. Povo educado respeita a cidade e seus cidadãos.
No celular, ouça com fones de ouvido. 
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Para mais artigos deste blogue ("weblog")
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  1. Nós e o universo - 31/12/2017
  2. Notícia falsa faz mal! Não as repasse! - 24/12/2017
  3. Voo de galinha - 18/08/2017
  4. Nós e a ciência - 23/03/2017
  5. Geocentrismo e geochatismo - 19/02/2017
  6. DIA DO PROFESSOR 2 - 16/10/2016
  7. Vivendo e aprendendo 10/01/2016
  8. DEFENDA-SE DA PROPAGANDA POLÍTICA - 16/04/2015
  9. FANATISMO E POLÍTICA - 06/02/2015
  10. A FÉ CEGA! - 21/01/2015

domingo, 10 de junho de 2018

A cada eleição, um vexame nacional

Por Almir Quites

Os brasileiros escolhem 
seus governantes com isto!
A grande maioria dos eleitores brasileiros acredita
que a tecnologia é sempre honesta,
 mesmo que os seres humanos que as controlem sejam desonestos!

A figura acima desvenda uma falha gigantesca de todo um país! Na escolha dos dirigentes nacionais (aqueles que vão dispor dos 3,5 trilhões de reais do orçamento nacional), não  há  voto, só há  intenção de voto e uma parafernália eletrônica superprotegida para que não possa ser examinada. Uma vergonha!

A vergonha de si mesmo está associada a sensação de ser uma pessoa internamente defeituosa, má, inferior ou inválida. No entanto, se houver um imediato desejo e esforço para se corrigir, até este sentimento pode ser positivo.

Uma nação que se sinta envergonhada também pode extrair daí a energia necessária para se refazer. Os brasileiros ainda têm a chance de se sentir envergonhados e, daí, partir para um futuro melhor.

A pergunta que me angustia é: quando vamos levar a sério o que é importante para todos nós?

Ainda tenho uma tênue esperança de que algo comece a mudar.


sexta-feira, 8 de junho de 2018

Você ainda acredita em urna eletrônica?

Por Almir M. Quites


Caro leitor/a, leia os artigos que indicarei após os comentários iniciais!

Você vai compreender que a apuração eleitoral no Brasil é feita às escondidas, pelos técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que fazem os softwares inseridos nas urnas, e nos computadores que fazem a transmissão dos dados para os Tribunais eleitorais e a totalização dos boletins de urna. 

quinta-feira, 7 de junho de 2018

O golpe do TSE & STF se confirmou

Por Almir M. Quites




Como previsto, ontem tivemos um GOLPE NA DÉBIL DEMOCRACIA brasileira.

Desde as eleições de 1996 há suspeitas de fraudes na votação eletrônica no Brasil, quando apenas 1/3 dos eleitores votaram na "urna eletrônica".

terça-feira, 5 de junho de 2018

Golpe na débil democracia

Por Almir M. Quites

Fonte: http://www.espacovital.com.br/

Amanhã, dia 06/06/2018, será dado mais um golpe na débil democracia brasileira. Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), será o relator da ação da Procuradoria Geral da República (PGR) contra a implantação do sistema de VOTO IMPRESSO neste ano no Brasil. Trata-se da ADI 5889, a ação de inconstitucionalidade da Lei 13.165/2015, proposta pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

sábado, 2 de junho de 2018

Da criação da justiça eleitoral à fraude das urnas eletrônicas

Por Almir M. Quites



A criação de uma Justiça Eleitoral do Brasil foi feita através do Decreto nº 21.076, de 1932, como uma das inovações introduzidas pelo Golpe de 1930, que levou Getúlio Vargas ao poder. 

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