sábado, 22 de setembro de 2018

O constrangimento eleitoral

Por Almir M. Quites



No dia sete de outubro próximo, o eleitorado brasileiro, induzido pelas pesquisas de intenção de voto (intensamente divulgadas, como nunca antes), vai exercer o "voto constrangido", também conhecido como "voto útil”, que não deixa de ser um tipo de "voto de cabresto". A maioria dos eleitores votará no primeiro turno como se já fosse o segundo, até mesmo pondo em risco a existência deste.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

O nó da direita versus esquerda

Por Almir M. Quites


SIGA À DIREITA, À ESQUERDA, À... ??


Continue lendo se e somente se você ainda for dono de si mesmo. Se já vendeu a alma ao PT ou a Bolsonaro, passe direto adiante. Não perca seu tempo!

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Falsa dicotomia

Por Almir M. Quites


O PT é um partido execrável, mas a dicotomia esquerda ou direita é falsa!
➥ 1) Por tudo o que já fez, o PT teria que ser extinto com base na lei dos Partidos Políticos, a Lei Nº 9.096.
➥ 2) Bolsonaro sempre apoiou o PT, enquanto este era forte, e até chamava Lula de "companheiro Lula", da tribuna da Câmara Federal.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Atentado de Bolsonaro e o lado fantasioso da política

Por Almir M. Quites

Bolsonaro no Acre (01/09/2018)

Compare o atentado de Bolsonaro ao lado fantasioso da política e repare que há forte correlação entre eles. A ideia de herói, fixada no imaginário brasileiro pelo cinema e televisão, invade a realidade política por indução da propaganda.  

Os super heróis do cinema e da TV são aqueles “caras machos”, mas "macho" mesmo, aquele "macho que é macho", excessivamente imbuído do desejo de vingança. Eles têm nomes fortes, nomes de "macho", gestos de "macho" e, muitas vezes, um título militar que compõe a figura. Carregam armas e capricham nos símbolos, ao mesmo tempo, bélicos e fálicos! 

Os super heróis do cinema são caras como Conan (estrelado por Arnold Schwarzenegger, 2 filmes), James Bond (vários atores, 20 filmes), Coronel James Braddock (Chuck Norris, 3 filmes), Paul Kersey (Charles Bronson, 5 filmes), Cap. Virgil Hilts (Steve McQueen), John Rambo (Sylvester Stallone, 3 filmes).

Os super heróis da política são caras que são candidatos ou militantes que confundem política com guerra. Eles desempenham o mesmo papel dos seus inspiradores do cinema. Como numa guerra, herói e bandido são as duas facetas de uma mesma cara, de um mesmo "cara macho".


Neste Brasil confuso realidade se confunde com fantasia, com falsidade, com fingimento. Uma grande parte do pobre povo vive num mundo ilusório e baldio.

As primeiras notícias que recebi, pouco depois das 17h do dia seis de setembro deste ano, sobre o atentado de Juiz de Fora, pareciam não fazer sentido. Talvez, pensei, nem fossem verdadeiras.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

O legado de lula é incomensurável

Almir M. Quites



É muito triste ver o povo do meu país assim, tão desinformado e propenso a transformar a política numa guerrinha infantil e raivosa. 

É triste ver a alta tecnologia sendo usada nesta guerrinha tão imatura quanto perigosa. 

É triste ver a tecnologia, que seria tão útil para que se alcançasse alta eficiência no trabalho corporativo, sendo utilizada nesta guerrinha. Política não é guerra, mas será por meio desta maluquice que escolheremos os principais dirigentes do Brasil e principalmente aquele que terá em suas mãos o orçamento anual do país (R$ 3,6 trilhões) e todo o poder que o cargo lhe confere.

É triste ver que muita gente ainda defende Lula e que outros, que também o apoiaram, preferem eleger agora outro Salvador da Pátria, populista e inepto, porque acreditam em magias fáceis.  

O Brasil já está em gravíssimo estado de saúde e estes crédulos ainda preferem tentar a cura com outro ilusionista, um mito extranatural.

Lembro que, naquele início de março de 2017, no dia em que soubemos do sórdido e abjeto montante de dinheiro usado pela Odebrecht para que a Organização Criminosa Mor (OrCriM) se apoderasse do Estado brasileiro, o País também tomou conhecimento do resultado negativo do Produto Interno Bruto (PIB) de 2016. A economia brasileira tinha encolhido 7,2%. Dois fatos expressivos da calamidade que foi o governo do mitológico presidente Lula, a qual era ocultada pela intensa propaganda feita com recursos públicos. 

O Lulopetismo deixou para o País a pior recessão econômica desde 1948, quando o PIB passou a ser calculado pelo IBGE, e uma rede de corrupção sem precedentes. O milagre econômico lulista tinha sido uma farsa!

Sim, o legado de Lula ainda não foi adequadamente avaliado. Os brasileiros já estão pagando e nem se dão conta, embora sofram. Por exemplo, estão pagando uma conta de indenização aos investidores americanos que foram lesados pela quadrilha do Petrolão. Por causa disso os impostos subiram. Dez bilhões de reais é apenas o valor da indenização fixada pelo acordo entre a direção da Petrobras e investidores americanos lesados pelo maior esquema corrupto de todos os tempos. 

Enquanto os brasileiros pagam a conta, Lula tem a desfaçatez de continuar bancando ser inocente e dizendo-se o homem mais honesto do planeta. Só nessa indenização há mais de 10 bilhões de motivos para que Lula tenha sido condenado a 12 anos de cadeia!

Se a Petrobrás não tivesse conseguido fazer este acordo, teria que pagar muito mais (cerca de 50 bilhões de dólares) porque seria condenada na Justiça americana.

Contudo, muitos jornalistas e analistas, ainda hoje, nas vésperas da eleição presidencial, continuam atribuindo parte da responsabilidade pelo resultado negativo de 2016 ao presidente Michel Temer (mais um legado negativo do PT), tendo em vista que, em maio de 2015, ele assumiu o governo apos o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Trata-se de absoluta ignorância da dimensão do dano causado às contas públicas por seus antecessores, malícia ou simplesmente fanatismo. Estes têm enormes dificuldades em responsabilizar os que, de fato, devem ser responsabilizados. 

A profunda crise econômica por que passa o País é resultado direto da mais nociva combinação de atributos que pode se esperar em um governante: populismo, inépcia e má-fé.

A condenação de Lula na segunda instância, pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região no dia 24 de janeiro deste ano, vai passar para a História como um fato de extrema importância. 

Angustiante é ver que as redes sociais continuam servindo para desinformar o povo brasileiro, vitimado pela deseducação sistemática  promovida por políticos e demais tipos de trapaceiros que vicejam na sociedade brasileira. Exércitos de robôs, virtuais e humanos, encharcam as redes sociais de “fake news” para “por cabresto” nos brasileiros. 

Lula é réu também em processos envolvendo o sítio de Atibaia, o terreno do Instituto Lula, obstrução de Justiça no caso Petrolão, empréstimo do BNDES e Operação Zelotes, fora outros em que foi denunciado, mas ainda não se tornou réu. Lula é co-responsável pelos crimes cometidos por Dilma Rousseff, que lhe custaram o cargo de presidente da Republica. Mais do que uma escolha, Dilma foi uma imposição de Lula ao PT como a candidata do partido nas eleições de 2010. Lula se jactava  de ser capaz de “eleger até um poste”. De fato, elegeu um, que tombou deixando um rastro de destruição. Agora, mesmo estando na cadeia, quer eleger outro!

Se estivesse verdadeiramente imbuído do espírito público que anima os estadistas que escrevem as melhores páginas da História, Lula poderia ter conduzido o País na direção daquilo que por muito tempo não passou de sonho. Nenhum governante antes dele assumiu o governo em condições tão favoráveis. Reuniu apoio popular, apoio congressual — hoje se sabe a que preço — e uma conjuntura internacional favorável. O simbolismo de sua ascensão ao poder era, a priori, um fator de boa vontade e simpatia. No entanto, Lula optou pela auto degradação, fixado apenas em garantir poder e fama para si mesmo.  

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  1. Nem PT nem Bolsonaro
  2. Economia regada a ideologia
  3. Ame-a ou deixe-a!
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  5. Triste debate eleitoral
  6. General Mourão fala das urnas eletrônicas
  7. Bolsonaro no programa "Central das Eleições"
  8. Dura realidade, santa ingenuidade.
  9. Coronel faz o diabo para promover capitão
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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Nem PT nem Bolsonaro

Por Almir M. Quites
Artigo escrito em 03/08/2018 


Não se iludam com Jair Bolsonaro, que se apresenta como se já tivesse a maioria do eleitorado! Abaixo explico o porquê. O artigo, que recomendo a seguir, é um alerta.


quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Economia regada à ideologia

Por Almir M. Quites



No último Globo News Painel (25/08/2018), sobre o tema "Como Reativar a Economia Brasileira", a jovem economista Laura Carvalho (economista do PSOL, professora de economia da USP) defendeu o aumento da carga tributária no Brasil e o fez com empáfia. Interrompia os outros dois debatedores (Marcos Lisboa e Delfim Netto) com a ansiedade de quem se sente mais sabida que os outros. No entanto, não se discutiu os fundamentos do problema. Marcos Lisboa falava muito rápido, talvez para não ser interrompido, enquanto Delfim Neto só intervinha para introduzir pequenas pilhérias. De fato, o Globo News Painel já não é o mesmo!

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Ame-a ou deixe-a!

Por Almir M. Quites



Caro leitor, recebi esta mensagem duas vezes em uma semana. Leia: 
"Olha que idéia inteligente desse professor da UNICAMP para fiscalizar o resultado das urnas eletrônicas de cada seção eleitoral no final da votação as 17h00. Eu vou aderir e fazer minha parte no Aplicativo e você?
Aprenda neste vídeo: https://youtu.be/wQEsHOqXP9s "

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Sessenta anos de tempo nublado

Por Almir M. Quites



Os petistas aceitam que Lula, um analfabeto funcional, tenha sido Presidente da República. Também aceitam que um presidiário, seja candidato à Presidência da República, desde que seja Lula. 

Os bolsonaristas, por sua vez, não se preocupam que Bolsonaro e seu vice tenham, ambos, o mesmo comportamento de Lula. Para caracterizar este comportamento, só me ocorrem adjetivos do tipo bravateiro, petulante, irresponsável, preconceituoso, mentiroso, inescrupuloso...

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Cantar alivia a indignação

Por Almir M. Quites

Vamos lá, cantem comigo!! 

𝄠 Sete e sete são quatorze.
𝅘𝅥𝅯 Três vezes sete vinte e um.

𝅘𝅥𝅰 Tenho treze candidatos,
𝆔 mas não gosto de nenhum!

𝄤 E ainda que gostasse, 
𝅘𝅥 não poderia votar. 
𝅘𝅥 Não aceito apuração, 
𝅘𝅥𝅱 que não se possa auditar!

Eis porquê grande parte dos eleitores não quer votar: a apuração eletrônica não é confiável. A grande decepção dos brasileiros é com o processo a apuração eleitoral.

Aqui está a verdade que os meios de comunicação estão omitindo!

A apuração eleitoral no Brasil é inconstitucional porque é secreta e feita pelas pessoas que escrevem os softwares da urna (um pequeno computador) e também os softwares dos computadores do TSE, tanto os que transmitem os dados como os que fazem a totalização dos dados de cada urna.

Softwares são comandos humanos escritos em linguagem de máquina.

Incentivam e obrigam o povo brasileiro a participar das eleições de modo acrítico, como se o processo eleitoral, que lhe é imposto, fosse perfeito! Ao contrário, deveriam incentivar o povo a analisar o processo eleitoral sob o ponto de vista de sua eficácia, de sua honestidade e de sua constitucionalidade.

O voto não deveria ser obrigatório. Negar-se a participar, além de ser um direito internacionalmente reconhecido, também tem significado importante.

Esta eleição não é solução! Para nada! Não basta eleger um cara para salvar o Brasil. A crise econômica é enorme. Para sair dela, será preciso muito trabalho sério, por muitos anos, mas não chegaremos a isso com este sistema eleitoral que não permite a renovação política.

O artigo, indicado aqui embaixo, foi escrito no final de julho. Agora, temos a novidade de que a Senadora Ana Amélia será a candidata à vice de Alckmin. Ela sabe que o sistema eleitoral é uma farsa e que a apuração eleitoral é inconstitucional. Ela já fez pronunciamentos contundentes sobre isso. Então, porque está se candidatando nesta farsa? Será que conversou com o Alckmin sobre a apuração eleitoral eletrônica e secreta?

Não deixe de ler este artigo na íntegra com calma e atenção:


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A. Quites

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  1. Basta! Chega!
  2. Triste debate eleitoral
  3. General Mourão fala das urnas eletrônicas
  4. Bolsonaro no programa "Central das Eleições"
  5. Dura realidade, santa ingenuidade.
  6. Coronel faz o diabo para promover capitão
  7. O voto de cabresto e a ilusão com Bolsonaro
  8. Como se destrói uma nação
  9. Bolsonaro é a imagem invertida de Lula
  10. Junta apuradora de votos inexistentes
  11. O mau exemplo do candidato
  12. Teste Oficial de Segurança das Urnas Eletrônicas
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terça-feira, 14 de agosto de 2018

Chega! Basta!

Por Almir M. Quites



Leia com atenção e cuidado! 

Você vai entender por que o voto não deveria ser obrigatório e por que não votar deve ser um direito do cidadão brasileiro. Não votar é um dos direitos de expressão, porque tem um forte significado.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Triste debate eleitoral

Por Almir M. Quites



Assisti ontem, 09/08/3018, na TV Bandeirantes, o debate entre oito dos 13 candidatos ao cargo de Presidente do Brasil. O que vi foi um espetáculo deprimente.

Todos os candidatos se apresentaram como se fossem simples eleitores que comentam a crise brasileira sem maiores responsabilidades, mas todos garantem que, como presidente, vão gerar muito emprego e renda, vão tirar o Brasil da crise e tornar todo o povo muito mais feliz.

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