domingo, 13 de dezembro de 2015

O Brasil não aguenta mais!

Por Almir M. Quites - 13/12/2015


Em um país decente, basta que o presidente minta à nação uma
única vez para que o impeachment seja aplicado. O 37° presidente norte-americano, Richard Nixon, sofreu o processo de impeachment por ter mentido à nação. Bill Clinton, 42° presidente dos EUA, sofreu processo de impeachment por perjúrio (falso testemunho), mas pediu desculpas públicas e conseguiu votos suficientes no Senado e na Câmara para se livrar da cassação. Que bom seria se aqui, no Brasil, levássemos esta questão a sério!

O presidente de um país deve ser uma pessoa respeitável. 



É preciso que se diga claramente, aberta e sinceramente, que Dilma e Lula não merecem respeito. Isto é evidente! Nos últimos 13 anos o Brasil foi presidido por dois incompetentes, analfabetos funcionais, contumazes mentirosos, com aparente debilidade mental. Chega! O Brasil não merece isso!

O povo precisa reagir! Gritar nas ruas: “Fora Dilma!”, “Fora Lula!”, “Fora PT!”, “Fora Cunha!”, entre outros tantos gritos, como "Fora Renan!". 

Eduardo Cunha, no comando da Câmara, e Renan Calheiros, no Senado, é algo tão intolerável quanto Dilma Rousseff na presidência da República.

Fora Cunha!” desmontará a farsa do Governo Federal para fingir que o processo de impeachment é apenas uma guerra entre Cunha e Dilma. O povo não quer a ambos! O que está em curso é um duelo entre o Brasil decente e uma quadrilha de foras-da-lei. 

O pedido de impeachment não é de Cunha, que apenas o encaminhou internamente à Câmara dos Deputados. O pedido de impeachment é da sociedade brasileira. Nele estão indicados claramente todos os crimes de responsabilidade pelos quais a presidente Dilma deve ser afastada do cargo. O pedido foi assinado pelos advogados e também por representantes de movimentos sociais. A presidente Dilma Rousseff sabe muito bem que cometeu crimes de responsabilidade, violou a Lei 1.079, mas mente compulsivamente, como sempre. Faz-se de tonta! 

Impeachment não é golpe. É um instrumento constitucional e, consequentemente, democrático. A lei nº 1.079, de 1950, o disciplina, e a Constituição Federal a recepcionou em seus artigos 85 e 86. Todo o falatório da Dilma e do PT é impostura, embuste. Todo cidadão tem o direito constitucional de se insurgir contra governos incompetentes mediante requerimento ao Congresso de julgamento por crimes de responsabilidade. 

Golpe é o que faz o PT. Golpe é usar dinheiro do povo para fins eleitorais e populistas; é mentir aos brasileiros sobre a situação real de calamidade do país e assim conseguir uma discutível reeleição; é roubar da Petrobrás para comprar apoio no Congresso e também para gastar na campanha eleitoral; golpe é gastar mais do que tem e levar o país à penúria. 

Não, impeachment não é golpe. Também não é "terceiro turno", pois, se fosse, a presidente Dilma seria substituída pelo voto do povo e o PT sofreria uma fragorosa derrota. 

O Brasil não aguenta mais tanta desfaçatez, incompetência e corrupção. Quem votou na Dilma deveria aberta e sinceramente confessar que errou. Se ainda não o fez, está agindo desonestamente.

Continue lendo aqui:
O MAR DE LAMA E O IMPEACHMENT
http://almirquites.blogspot.com.br/2014/12/o-mar-de-lama-e-o-impeachment.html

Mais denúncias a Lula.
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Por motivo de força maior

Ruy Castro


Há um ano, Marcelo Odebrecht pediu a um executivo da Petrobras dados para um "aide-mémoire" que estava escrevendo para Lula usar numa visita que faria à Argentina. O homem se empolgou e escreveu demais. Odebrecht o cortou: "Um terço de página apenas, ou o cara não lê".

Bom saber que Odebrecht escrevia "aide-mémoires" para Lula usar em seus pronunciamentos no exterior. Significa que, naquela época, Lula não precisava falar por conta própria, como no dia em que, em visita oficial à África, em 2003, chegou à Namíbia, olhou em volta e declarou: "Tão limpa que nem parece a África!" – ofendendo todos os países africanos pelos quais passara.

O incrível é constatar como Lula é tido em baixa conta justamente pelo homem que, então, vivia contratando-o para dar palestras nos vários continentes. Não eram palestras comuns, para plateias indiferentes, mas "lectures" dirigidas à nata política, social e econômica de cada país – gente sem tempo a perder e ansiosa para ouvir os ensinamentos de um governante bem sucedido. Eram palestras tão importantes que Odebrecht pagou a Lula, em um ano, R$ 4 milhões por elas – R$ 400 mil cada. *

Uma palestra desse porte dura duas horas. Como falar duas horas sobre qualquer assunto sem dominá-lo? E como fazer isso sem ter lido balanços, relatórios, pareceres e análises, ou mesmo resumos preparados por assessores? E será possível guardar de cor todos os dados? Não, o palestrante terá sempre de se valer de papéis à sua frente. Mas, segundo Marcelo Odebrecht, textos de mais de um terço de página, "o cara não lê".

Um dia, alguém terá acesso a um vídeo, áudio ou transcrição de uma palestra de Lula paga por Odebrecht – ninguém viu nada até hoje. Só então se descobrirá o insuperável palestrante que ele era e, hoje, por motivo de força maior, deixou de ser.

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Ao todo, Lula arrecadou, nos quatro anos após o término do seu segundo mandato, R$ 27 milhões por suas incríveis palestras. Seu grande amigo e companheiro de viagens mundo a fora, Marcelo Odebrecht, hoje hóspede da PF em Curitiba, era fã dos ensinamentos de Lula, vertidos em suas palestras pagas cada uma a, por baixo, R$ 400 mil. O ‘umilde operário’ é realmente um fenômeno de sapiência. Sua teoria sobre a distribuição da poluição no planeta e sobre a propagação da crise financeira a partir da costa atlântica dos EUA até as costas brasileiras são notáveis.


E mais:

O IMPEACHMENT DE DILMA, A DELAÇÃO PREMIADA E A HIPOCRISIA MILIONÁRIA
http://almirquites.blogspot.com.br/2015/12/o-impeachment-de-dilma-delacao-premiada.html


DO TESOUREIRO AO IMPEACHMENT
http://almirquites.blogspot.com.br/2015/04/do-tesoureiro-ao-impeachment.html


DO MST AO IMPEACHMENT
http://almirquites.blogspot.com.br/2015/05/do-mst-ao-impeachment.html


DA PEDALADA AO IMPEACHMENT
http://almirquites.blogspot.com.br/2015/04/da-pedalada-ao-impeachment.html




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