domingo, 10 de dezembro de 2017

Pecadilhos abomináveis

Por Almir M. Quites


Ministros, especialmente  Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello, abusam de subterfúgios jurídicos para proteger poderosos corruptos. 



Por exemplo, no recente julgamento sobre a imunidade dos deputados estaduais, no dia 7 de dezembro (quinta-feira), o ministro Marco Aurélio, para suavizar o abuso da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), que mandou soltar três deputados estaduais da prisão, qualificou o grave episódio de  "pecadilho", ou seja, um simples pecadinho insignificante! Isto revela sua motivação pessoal e sua parcialidade no julgamento, o que é um gravíssimo pecado para um ministro da Suprema Corte!

Isto me faz lembrar de um artigo publicado há exatamente 1 ano! Aqui está:
✔ STF, ÓRGÃO SUBMISSO AO PODER ✔
Como se fosse um autêntico caudilho, Renan Calheiros afrontou publicamente o Supremo Tribunal Federal (STF), o qual pôs o rabinho entre as pernas e saiu de cabeça baixa! Renan Calheiros venceu e o Brasil perdeu! As instituições brasileiras são mais frágeis do que o "pecadilho" de Renan! 

O que há por trás disso? Respondo: uma rígida rede de rabos presos que determina os rumos da política brasileira! 

Relembro também que há seis anos (setembro de 2011), quando a corregedora do Conselho Nacional de Justiça, Eliana Calmon, afirmou que "há bandidos escondidos atrás das togas" (ou seja, que há juízes bandidos), o ministro Marco Aurélio Mello usou a mesma expressão  ("pecadilho da ministra") para amenizar a crise no Judiciário. 

O  BRASIL PRECISA DE UM PROFUNDA REFORMA INSTITUCIONAL. 

O sistema político está podre. Desviar a atenção do povo para os problemas econômicos (que são seríssimos) é tática de quem quer manter seus privilégios. Sem a reforma intitucional nenhuma política econômica será eficaz!

PRECISA-SE DE UMA CONSTITUINTE EXCLUSIVA!
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