quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

A falsidade do governo petista

Por José J. de Espíndola



Prezadas & Prezados;

O pequeno artigo de Augusto Nunes, que transcrevo abaixo, mostra – mais uma entre centenas de vezes – como é falsa a liderança do PT e como foram anômalos os governos petistas. Só pessoas pervertidas moralmente, ou incapazes de enxergar um palmo à frente do bestunto podem ainda dar algum crédito a Lula, Dilma e à maioria dos companheiros politicos, em geral constituída, hoje, de presos ou ex-presos por corrupção.

O pináculo do absurdo - que não pode ser confundido como ato falho, dado o histórico do autor – aconteceu recentemente em discurso de Lula no Rio de Janeiro: Disse o mega-corrupto: “O Rio de Janeiro não merece que governadores que foram eleitos democraticamente pelo povo estejam presos porque roubaram dinheiro público.” Não, não foi ato falho, passível de ser corrigido em nota do ILDC- Instituto Lula de Desinformação e Corrupção. Lula estava expressando o que que sempre pensou: que o voto popular é licença legítima para a corrupção. Que as urnas, antes e acima do Judiciário, inocentam (ou condenam) quem comprovadamente (como ele) roubou. Que as urnas dispensam a Justiça, pois são elas a justiça maior.

Esta tese – evidentemente absurda – por incrível que pareça tem defensores ilustres, como o articulista da Veja Pompeu de Toledo e outros não tão ilustres, como Fernando Henrique Cardoso.

Aquele confuso sociólogo recentemente afirmou que prefere ver Lula derrotado nas urnas a preso pela Justiça. Mais uma baboseira do sociólogo, já notório por tantas baboseiras. Aliás, se dependesse de FHC, Collor não teria sofrido impeachment. Impeachment, segundo FHC, é para constar da Constituição, jamais para ser posto em prática. Foi por conta deste confuso sociólogo que Lula, nocauteado ao rés do chão por conta da descoberta do Mensalão em 2005, não sofreu impeachment. O confuso sociólogo previu que Lula iria sangrar até o fim, e que isto seria melhor do que o impeachment. Deu no que deu. Com uma base parlamentar comprada Lula se recuperou, se reelegeu e ainda conseguiu eleger um poste. Boa parte das desgraças com as quais o Brasil hoje se debate, deve-se à tibieza, covardia e falta de visão de FHC.

Não, os brasileiros capazes de pensar não podem cair na esparrela da tese absurda de que só a derrota nas urnas legitimaria o fim da era Lula.

As urnas não substituem o Judiciário e não têm o condão de absolver ou condenar um bandido.


José J. de Espíndola #

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O IBGE achou os milhões de pobres que Lula e Dilma esconderam
Augusto Nunes, 18/12/2017

O IBGE constatou que em 2016, quando o PT foi despejado do poder, 52% dos brasileiros viviam abaixo da linha da pobreza


Lula e Dilma tensos

Os ex-presidentes, Lula e Dilma Rousseff conspiram no Palácio do Planalto

Em 2008, Lula proclamou a abolição da pobreza no Brasil. O então presidente da República informou que o Bolsa Família concluíra em ritmo de Fórmula-1 a espantosa façanha que começara com o Fome Zero em alta velocidade: os pobres haviam sumido da face do Brasil.

Para que Dilma Rousseff não ficasse sem ter o que fazer no Palácio do Planalto, Lula legou à sucessora eleita em 2010 apenas alguns milhões de miseráveis. No Brasil lulopetista, como se sabe, miserável não é um pobre paupérrimo. É uma categoria à parte.

Em 2012, Dilma proclamou a abolição da miséria no Brasil, que se tornou o único país do mundo habitado por gente de classe média para cima. E Lula saiu pelo mundo cobrando 500 mil reais para ensinar, em palestras que duravam menos de 60 minutos, qual era o segredo de outro milagre brasileiro.

Conversa de vigaristas, confirmou na sexta-feira passada um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Em 2016, ano em que Dilma foi despejada do emprego por excesso de incompetência e falta de honestidade, mais de 52 milhões de brasileiros viviam abaixo da linha da pobreza.

Em agosto de 2016, Michel Temer assumiu a Presidência de um país em que 1/4 da população era (é) forçada a sobreviver com menos de 5,5 dólares por dia. Ou 18,20 reais. O IBGE descobriu que os pobres e miseráveis estavam onde sempre estiveram: distantes da classe média e a alguns anos-luz do mundo dos ricos.

A Lava Jato já provou faz tempo que Lula e Dilma são dois fora-da-lei sem salvação. O IBGE acaba de confirmar que tanto o chefão do bando quanto o poste que fabricou são dois farsantes. Ambos mentem mais do que respiram.


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# José J. de Espíndola é Engenheiro Mecânico pela UFRGS -- Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio -- Doutor (Ph.D.) pela Universidade de Southampton, Inglaterra -- Doutor Honoris Causa da UFPR -- Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM -- Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM -- Detentor da Medalha de Reconhecimento por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação na UFSC -- Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis -- Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em engenharia Mecânica -- Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC -- Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado.

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