sexta-feira, 22 de abril de 2016

O Brasil e a verdade nua e crua

Por Almir Quites - 22/04/2016


É urgente que encaremos a verdade nua e crua, doa a quem doer. 

Segue-se um resumo da real situação do Brasil e de como chegamos nela.

A crise dos governos Lulo-Dilmo-petista começou com o Mensalão, mal resolvido na Justiça, que blindou o presidente Lula e abrandou a pena dos políticos. Assim, incentivou-os a saquear mais e mais o pobre Brasil e seu povo. A grande base governista no Congresso era comprada e assim continuou.  

Naquela época, ao invés de reagir contra a corrupção, Lula preferiu intensificar as ações populistas. Dilma Rousseff assumiu o posto de Ministra da Casa Civil, em substituição a José Dirceu, que renunciara ao cargo após ser pego no escândalo do Mensalão. O gasto público aumentou e o saque as estatais também. Lula foi reeleito em 2006. O crime mostrava-se compensador

Era uma  época de estabilidade e também do "boom" das "commodities". Então, o governo agiu como a Cigarra da fábula, imaginando que a bonança seria permanente. Lula aumentou os gastos com funcionalismo, concedeu fartos reajustes salariais, garantiu aumento real do salário mínimo (que indexa outros gastos), aparelhou o Estado e estatais com petistas e outros "cumpanheros", presenteou sindicatos e movimentos sociais com verbas públicas. Os caminhos para o desastre foram pavimentados e todos eles levavam à destruição do Plano Real e da estabilidade fiscal.

Em 2010, Lula elegeu Dilma como Presidente do Brasil. A partir daí, a irresponsabilidade com os gastos públicos aumentou e se iniciou um processo de maquiagem das contas pública. Lula aplaudiu! O governo passou a estimular o consumismo e o endividamento das famílias. Foram feitos inúmeros investimentos públicos nefastos, inclusive no exterior. A corrupção aumentou, como se sabe hoje. A Lava-Jato revelou o escândalo do Petrolão, dezenas de vezes maior que o Mensalão. O Mensalão fora apenas a ponta do iceberg!

Tendo acabado com as finanças governamentais, a presidente Dilma teve que mentir e esconder o monumental rombo dos olhos dos brasileiros no ano eleitoral de 2014. Foram utilizadas a desonesta "contabilidade criativa" e as conhecidas "pedaladas fiscais". Dilma se reelegeu, sabe-se lá como! Teve que governar, sem dinheiro e sem organização. Melhor dizendo: Dilma desgovernou o Brasil! Deu no que deu!

O governo brasileiro foi se evaporando aos poucos, contando com as intromissões de Lula, que destituía ministros, empossava outros e forçava a reedição de medidas populistas. 

Atualmente não há governo, nem situação, nem oposição. Só no dia de hoje (22/04/2016), a presidente Dilma substituiu quatro ministros. Mesmo com a nomeação destes quatro novos ministros, outras cinco pastas ainda estão sob o comando de chefes interinos: Casa Civil, Esporte, Ciência e Tecnologia, Integração Nacional e Aviação Civil.

O país se esvai. O governo se acostumou com os malfeitos e também com os xingamentos. Nada mais o afeta ou constrange. A dívida pública brasileira cresce aceleradamente e vai continuar assim. A nossa taxa de juros é a maior do mundo. A crise brasileira já esfacelou os negócios, o emprego, a poupança, os investimentos e a aposentadoria dos brasileiros. A dívida já não é administrável. Já não há remédio. É caso de cirurgia de urgência e de alto risco! Parece que nossos políticos ainda não entenderam isso!

Dilma vai ser deposta pelo Senado. Está vivendo hoje, na Organização das Nações Unidas (ONU, em Nova York), um de seus últimos dias no governo. Em breve vai assumir o Vice-presidente, Michel Temer, que não terá apoio suficiente para fazer a cirurgia dolorida e urgente nas estruturas políticas do Brasil, começando pela "despetização" dos órgãos públicos. Os políticos, acostumados com mordomias, não lhe darão apoio. Os chamados "movimentos sociais" vão atuar na contramão das emergências do país. As insensatas entidades sindicais vão piorar ainda mais o combalido estado do Brasil convocando greves gerais.

É "ululantemente" óbvio o baixo nível de nossos governantes. Veja aqui:

É preciso conscientizar os brasileiros, para que colaborem. O impeachment de Dilma era condição necessária, mas não suficiente para salvar o Brasil.

De repente, veio-me a mente a frase: “I have nothing  to offer you but blood, toil, tears and sweat”, de Winston Churchill, em 1940. Este deveria ser o primeiro pronunciamento de Michel Temer, o novo presidente do Brasil: "Não tenho nada a oferecer, a não ser sangue, sofrimento, lágrimas e suor".

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