quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

O governo e nós

Por Almir Quites - 18/02/2016 - 18h 40'


A cada ano nós, brasileiros, tiramos do nosso bolso e damos para o governo, uma enorme quantia de dinheiro. No ano passado (2015), entregamos ao governo a quantia de R$ 2.000.000.000.000,00


O dinheiro é retirado de você não apenas quando paga o imposto de renda, mas sempre que você compra algo. Uma parte do valor da compra vai para o governo e não fica com quem lhe vendeu. Se esses dois trilhões de reais fossem divididos igualmente por todos os brasileiros vivos, seja bebê ou adulto, cada um receberia R$ 10.000,00 adicionais por ano. Quanto ganharia a sua família? O que vocês fariam com esse dinheiro? Que tal você ficar com este dinheiro para você mesmo gastar ao invés de dá-lo para o governo? Quem faria melhor pela sociedade, o governo ou os próprios cidadãos se associando livremente?

Como esta enorme quantia de dinheiro vai para o governo, o risco de os governantes se constituírem numa elite de privilegiados é altíssimo porque, num país como o nosso, governam sem qualquer fiscalização eficiente por parte dos cidadãos. Por isso, é fundamental saber eleger pessoas de muita honestidade e competência para gerir este recurso. 

Vocês sabem escolher uma pessoa honesta, responsável e competente para gerir este recursos? Sabem! Então, como que Lula e Dilma se elegeram? As urnas fraudaram as eleições? Sim!? E você aceitou isto passivamente? 

Tudo isso que foi até aqui exposto agrava-se muito mais se os governantes forem populistas

Nunca, mas nunca mais, elejam políticos populistas! Vocês sabem reconhecer governos populistas? Não! Vejam aqui: 

Lula e Dilma são incompetentes. Não sabem nem mesmo se expressar. Como poderão, então, tratar de temas complexos que são cruciais para o Brasil? 

Vocês acreditam na propaganda que diz que Lula é um gênio mesmo sem ter estudo? Vocês acreditam na propaganda que pinta Lula como um gênio da comunicação? Vocês acreditaram quando Lula disse que a Dilma era competente? 

Vocês não sabiam que o Governo Lula publicou no "site" oficial da Casa Civil que Dilma Vana Rousseff era "Mestre e Doutora pela Universidade de Campinas (Unicamp)". Era mentira! Dilma não tinha diploma de Doutora (Dr), nem o de Mestrado (MSc). Pois é, o governo mente! Você nunca desconfiou que a propaganda do governo é mentirosa?

Admito que a grande maioria dos 65% de brasileiros que são analfabetos funcionais tenham apoiado Lula e Dilma, afinal eles não entendem nada de política e são muito vulneráveis à propaganda. Mas você, pessoa honesta e inteligente, acreditou? Não, você certamente não deu seu apoio a eles!

No entanto Lula foi eleito presidente duas vezes! Dilma também foi eleita presidente duas vezes! Onde estão os tolos que elegeram estes dois? Terá sido fraude eleitoral feita por ladrões que operam códigos de computador e internet? Ou ambos os fatores foram concorrentes? O nosso dinheiro, os nossos dois trilhões de reais anuais, estavam seguros nas mãos deles? Era difícil perceber que eles não eram honestos nem competentes?

Dilma, ainda em seu primeiro mandato, já chegou exigindo (Lei nº 12.605, de 3 de abril de 2012) que nós a chamássemos de PRESIDENTA! "Presidente, não!", disse ela, "PRESIDENTA"! Como se isso fosse importante para os brasileiros, ela fez o Congresso Nacional aprovar e depois sancionou um decreto exigindo a flexão de gênero correspondente ao sexo da pessoa ao designar a profissão e o grau obtido. Inclusive autorizou as pessoas já diplomadas a requererem das instituições de ensino a reemissão gratuita dos diplomas, com a devida correção. A presidente Dilma sucumbiu à frivolidade de legislar sobre nossa Língua. Ignorou que a impessoalidade deve ser marca da Lei. Ignorou as atribuições e limitações constitucionais de seu cargo. Como se fosse a dona do Brasil, bem longe de suas atribuições constitucionais, promulgou a nova Lei criando novos gêneros para incontáveis substantivos. Logo, entramos no terreno do absurdo! "A presidenta meteu a denta onde não devia. E agora? Quem vai conseguir extrair a denta"? Um dentisto linguisto ou uma dentista linguista? Quanto estrago foi feito na nossa língua materna!

Vocês já pensaram no custo desta brincadeira? Alguém sabe informar o custo de um dia de seção das duas casas do Congresso? Não sei, mas calculo, por alto que um dia de sessão custa mais de R$ 160 milhões. O custo do Congresso brasileiro é o segundo mais caro do mundo, seja em valor global ou por parlamentar (US$ 4.415.091,00 em 2013). {http://www.revistaforum.com.br/brasilvivo/2013/05/30/custo-da-atividade-parlamentar-no-brasil-ultrapassa-r-20-bilhoesano/}.

Lula e Dilma são confusos, incapazes de discutir algo seriamente. Apenas repetem o que treinaram ou o que ouvem no ponto eletrônico. Por exemplo, vejam o que Dilma disse sobre o encontro do G20 em São Petersburgo, em setembro de 2013:  — Ontem eu disse ao presidente Obama que era claro que ele sabia que depois que a pasta de dentes sai do dentifrício ela, dificilmente, volta pra dentro do dentifrício, então, que a gente tinha de levar isso em conta…”. — "Excuse me"? Quanta vulgaridade inconsequente! Isto é modo de se expressar? Dilma não tem qualquer noção do que seja uma outra língua e uma outra cultura. Claro, Obama sabe que a pasta de dentes não volta por si mesma ao tubo depois deste ser espremido. O que ele não pode saber é porque nossa presidente disse isso! Pior, a pasta de dentes de Dilma é diferente! Ela sai de dentro de si mesma, de dentro de seu próprio sinônimo (pasta de dentes e dentifrício). Como será que o tradutor de Obama traduziu isto? 

Recentemente, no dia 27 de janeiro, em Quito, no Equador, a presidente Dilma Rousseff disse: — "Quem prova, acho que foi a partir da Revolução Francesa, se não me engano foi com Napoleão. Quem prova a culpabilidade, ao contrário do mundo medieval, o ônus da prova é de quem acusa, daí por isso o inquérito, toda a investigação." Em primeiro lugar a frase é muito mal construída e, por isso, quase não faz sentido para quem a ouve. Em segundo lugar, os fatos históricos foram agredidos, deturpados. A presidente não sabe o que fala! Não existe um Direito Medieval. A Revolução Francesa foi de 1789 a 1799, enquanto Napoleão só chegou ao poder 5 anos depois e nunca tratou de códigos criminais. 

São apenas dois exemplos de precaríssima formação intelectual. Há centenas de outros! Se você curte as frases da Dilma, leia mais aqui: 
AS BOBAGENS DITAS PELA PRESIDENTE 
http://almirquites.blogspot.com.br/2015/06/as-bobagens-ditas-pela-presidente-sao.html

Vocês nunca perceberam que Lula e Dilma, ambos, são analfabetos funcionais?

Vocês acham que eles sabem o que significa democracia? Vocês acreditam que eles entendam bem o que significa a expressão "governo do povo e para o povo"? Vocês acham que eles, de fato, conhecem a história da humanidade, especialmente a sua luta, durante tantos séculos, para aperfeiçoar o regime político para que todos os cidadãos elegíveis participem do modo mais igualitário possível — diretamente ou através de representantes eleitos — da formulação das propostas públicas, do desenvolvimento e da criação de leis, garantindo a coerência e a eficácia das decisões? Eu não acredito! Para Lula e Dilma política é nada mais do que um jogo de conquista de poder a qualquer custo, ainda que enganando o povo, dizendo o que os marqueteiros (pagos com o nosso dinheiro) mandam dizer. 

Vocês ainda acreditam que Lula ou Dilma tenham discernimento para entender o conceito de sociedade justa, sustentável e pacífica? Acreditam que eles têm discernimento  para compreender o sentido de interdependência das comunidades e dos povos e da indispensável responsabilidade compartilhada, voltada para o bem-estar de todos e das futuras gerações. Vocês acreditam mesmo que eles têm consciência de integridade ecológica, de justiça social e econômica, de democracia, não-violência e paz? Francamente, se ainda acreditam, então vocês são crédulos. Th, th, th... Caso perdido!

Num país sério, com um povo bem educado, não se ganha nada ao ser eleito para um cargo público, a não ser a responsabilidade de governar um povo, estritamente dentro de suas funções e em obediência às leis. 

Os eleitores elegem um governante para todos, não devem escolher um amigo apenas por ser amigo e não devem escolher alguém para combater um inimigo. O voto não é instrumento para homenagear ou punir alguém, como também não é um prêmio a dar ao mais simpático. 

Precisamos ter consciência de que, pelo voto, escolhemos alguém para nos governar por determinado tempo, alguém que vai usar, para o bem ou para o mal, os nossos dois trilhões de reais, que lhe entregaremos a cada ano. Escolhem-se, pelo voto, aqueles que vão fazer as leis, as quais vão organizar as nossas vidas e que vão estabelecer os impostos que deveremos pagar. Escolhem-se aqueles que vão discutir e decidir sobre nossas relações com o resto do mundo. Pelo voto, escolhem-se não só aqueles que vão receber, guardar e gerir os nossos recursos (os recursos públicos), mas também os que vão decidir sobre a fabricação de dinheiro novo, o qual fica com eles enquanto o nosso desvaloriza no nosso bolso, no nosso cofre ou no nosso banco. Escolhem-se pelo voto aqueles que exercerão o comando das fôrças armadas: o exército, a marinha, a aeronáutica e as polícias. 

Em suma, depois de eleitos, eles podem nos levar à pobreza e ao sofrimento. Podem tirar todo o dinheiro do nosso bolso sem precisar colocar a mão nele.  

Temos que saber eleger o melhor candidato. É por isso que o processo eleitoral deve ser perfeito, garantindo o sigilo do voto do eleitor e também garantindo uma apuração honesta, precisa e aberta à verificação pública (auditável) em todas as suas fases. Isto não acontece aqui. No Brasil a apuração eleitoral é secreta. Como toleramos isto?

As instituições políticas, por meio das quais um Estado se organiza, têm por objetivo a regulação da disputa pelo poder político e o seu respectivo exercício, inclusive o relacionamento entre as autoridades com os demais membros da sociedade. É por isso que estas instituições políticas precisam ser muito bem concebidas. Não é tarefa para amadores, nem mesmo para políticos que vão usufruir do sistema. A Constituição Federal precisa ser muito bem formulada, por pessoas realmente competentes e garantidamente de fora da disputa política. 

Escolher os dirigentes de um país é a tarefa mais importantes que os cidadãos têm a fazer. O cidadão eleitor deve escolher seu candidato com responsabilidade e não por fanatismo ou por motivos fúteis. 
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Os riscos da concentração de poder

Quando se analisa argumentos, não importa quem os defende, importam a lógica e a adequação aos fatos reais.
Almir Quites


O exemplo norte-americano
por Ronald Wilson Reagan 
(Tampico, 6 de fevereiro de 1911 — Los Angeles, 5 de junho de 2004) 
Foi um ator e político norte-americano, o 40.º presidente dos Estados Unidos e o 33.º governador da Califórnia. Formou-se em economia e sociologia no Eureka College e em seguida trabalhou como radialista esportivo. Mudou-se para Hollywood em 1937, onde trabalhou como ator por quase três décadas, se tornou presidente da Screen Actors Guild (SAG) e porta-voz da General Electric (GE).




O depoimento do
Prof. Carlos Moore
Doutor em Etnologia, em 1979, e Doutorado em Ciências Humanas, em 1983, ambos pela Universidade de Paris-7. Entre 1984 e 2000 foi Professor Visitante na Universidade Internacional da Flórida (EUA), Universidade do Caribe (Trinidad-Tobago), e Universidade do Caribe Francês (Martinica e Guadalupe)
Vive no Brasil com a família, desde 2000, aproveitando para escrever suas memórias e conhecer mais da cultura latino-americana.




O QUE É O LUCRO?
Neste vídeo, o acadêmico Walter Williams fala sobre porque o lucro é essencial não apenas para o empreendedor, mas também como um mecanismo que melhora a vida dos cidadãos que convivem em sociedade.
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Depoimento
Cuba comunista e Brasil




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