quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Boas Festas? Feliz Ano Novo?

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Boas Festas? Feliz Ano Novo?
José J. de Espíndola*

Hesitei muito antes de apresentar um formal ‘Boas Festas e Feliz Ano Novo’. Meu temor era de que alguém, compreensivelmente, me tomasse por irônico e cínico. 


Não é fácil desejar algo do gênero a alguém que vive em um País...
  • onde todos os princípios macroeconômicos foram destroçados por uma tal de “Nova Matriz Econômica”, dos autores Mantega e Dilma.
  • onde a dívida pública chega a 67% do PIB.
  • onde a inflação já beira os 11% ao ano.
  • onde, mesmo assim, o aumento do salário mínimo já concedido pela presidANTA - para manter ativo o peleguismo da CUT, agradar a ‘base’ e outros ‘movimentos sociais’ - foi de 11,6%, significando um custo extra nas contas públicas de R$ 2,9 bilhões para 2016.
  • onde a taxa de desemprego já atinge os alarmantes 8,9% - e tende a aumentar, com o aumento demagógico do salário mínimo -, deixando pais e famílias no desespero de viver sem renda. Aos que ainda não perderam o emprego, mas aguardam pela tragédia a todo o momento, como desejar-lhes boas festas?
  • onde nossa indústria foi praticamente arruinada neste desgraçado governo petista. Onde a desindustrialização é fato real e de difícil recuperação. Mesmo assim esse desgoverno petista ainda pensa em aumento de impostos para dar um enganoso respiro de morimbundo, antes do último, tornando o que resta da área produtiva ainda menos competitiva.
  • onde duas das principais agências de rating já retiraram do Brasil o selo de bom pagador, provocando a saída de capitais essenciais e aumentando os juros dos empréstimos internacionais, necessários para tapar os rombos orçamentários (perto dos 3% do PIB) e para pagar os juros da brutal dívida de 67% do PIB. Eis a situação absurda só presenciada antes nos desgovernos de Collor e Sarney: tomam-se empréstimos a juros mais altos para pagar os juros também mais altos da dívida pública, esta que não para de crescer. É um círculo vicioso diabólico, este a que nos levou o degenerado governo do PT.
  • onde a presidANTA, com uma insensibilidade acima da que já conhecíamos, defende com dentes e favores inconfessáveis o seu mandato, que a nação deseja retirar. E vai retirar, sim, seja pelo vil Congresso, já comprometido com esquemas lesa-pátria de proteção do mandato da presidANTA, seja pelo TSE, onde corre processo com este fim, tendo em conta os crimes financeiros (pedaladas fiscais) e eleitorais. A Nação não mais aguenta mais tanta safadeza, tanta incompetência e tanta desgraça.
  • e não aguenta mais tanta mentira, tanta falsidade, tanto contorcionismo oratório, tanto cinismo, tanta desfaçatez e tanto e desesperante Dilmês.


Sim, desejo que este último dia de 2015 passe o mais rápido possível e espero que para o bem maior do Brasil, de seus cidadãos e residentes, Dilma caia o mais breve possível, logo ao raiar de 2016.
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* José J. de Espíndola, Ph.D., Dr. H.C. é Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado. Mora em Florianópolis, sua cidade natal, no Bairro do Bom Abrigo, região de Coqueiros.

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