sábado, 31 de outubro de 2015

Saquearam o Brasil

Por Almir Quites - 30/10/2015


... de todos os ladrões
Esta é a herança maldita dos governos petistas: UM PAÍS SAQUEADO, destruído, numa crise que se prolongará por vários anos, talvez por mais de uma década. 

Não se iludam. Não se trata de uma crise passageira como andam divulgando por aí. As instituições estão agonizantes, sufocadas por criminosos. A economia está desorganizada. Ainda que tivéssemos um imediato impeachment da atual presidente, ainda assim, haverá muito sofrimento pela frente, principalmente para as famílias mais carentes.


Há um gigantesco rombo nas contas públicas. Seus lideres, juntamente com outros ladrões, roubaram recursos públicos. Saquearam, quebraram! Ainda roubam. Até quando? A Petrobrás foi arrasada. O Brasil está falido. Treze anos foram perdidos e resta uma crise que ainda vai durar mais de uma década! Como que ainda há quem diga que as instituições do Brasil são sólidas?!

Mais um escândalo está aí. Acaba de emergir. Fortunas enormes foram parar nas contas bancárias das empresas de Lula, Palocci, Erenice Guerra e Fernando Pimental.

Está tudo descoberto e documentado no relatório da CPI do BNDES, lavrado pelo Ministério da Fazenda que, através do rastreio de operações financeiras, investiga o crime de lavagem de dinheiro. São 32 páginas que vão apavorar o Brasil, mais uma vez! Só a empresa de palestras de Lula movimentou mais de R$ 52 milhões. Palocci teria movimentado na conta corrente de sua empresa de consultoria, a Projeto Consultoria Empresarial e Financeira Ltda, R$ 185 milhões.  As transações envolvendo os quatro petistas chegam a cerca de R$ 300 milhões.

O ex-presidente, sua família e alguns de seus auxiliares e amigos mais próximos estão cada vez mais enredados com a Justiça. É uma vergonha que o próprio ex-presidente esteja empenhado em destituir o Ministro da Justiça, sob o argumento de que ele “perdeu o controle” da Polícia Federal. Esta é obviamente uma intromissão indevida no governo. 

O rombo nas contas do governo, neste ano, podem superar a marca de R$ 110.000.000.000,00 caso não ocorra, neste ano, a venda das hidrelétricas brasileiras, prevista para novembro. 

O povo precisa reagir nas ruas! Se não o fizer, os brasileiros é que vão pagar o rombo por meio do brutal aumento dos impostos  e dos preços controlados pelo governo.  Aliás, o povo já está pagando.

A corrupção mata pessoas inocentes do povo, embora indiretamente, e nos condena a viver na barbárie. É preciso acordar o Brasil, este sonhador que não encara a realidade.

O próprio juiz Sérgio Moro reconhece que a Operação Lava Jato pode ser derrotada e que precisa urgentemente do apoio popular. Seus colegas juízes têm dito isso abertamente. Isto significa que eles reconhecem a enorme fragilidade de nossas instituições. 


navio Sonda Vitória 10000
A Ação Penal 470 (processo do MENSALÃO) já foi desmoralizada, porque os próprios condenados continuaram a receber polpudas propinas. O escândalo financeiro, conhecido como MENSALÃO, foi administrado por Delúbio Soares, tesoureiro do PT. Quando o MENSALÃO foi descoberto, foi substituído pelo PETROLÃO, administrado por João Vaccari Neto, também tesoureiro do PT. A função do Banco Schahin, no PETROLÃO, foi a mesma do Banco Rural, no MENSALÃO. Quando este esquema criminoso implodiu, o Banco Schahin foi acionado para quitar 60 milhões em dívidas da campanha de Lula, em 2006. O Banco fez vários empréstimos fictícios para o PT. Um desses empréstimos, em nome de José Carlos Bumlai, o laranja do Lula, foi usado para pagar o chantagista que ameaçava denunciar o envolvimento do próprio Lula no assassinato de Celso Daniel. A contrapartida ao Banco Schahin foi o contrato com a Petrobras para a operação do navio-sonda Vitória 10.000, construído em estaleiro da Samsung Heavy Industries, na Coreia do Sul. O PETROLÃO cresceu e se tornou o maior esquema de corrupção de todos os tempos, financiando as duas eleições de Dilma Rousseff, em 2010 e em 2014.

O Congresso está infestado de nulidades e aproveitadores. O próprio STF (Supremo Tribunal Federal) joga contra a operação Lava Jato. 

O futuro do Brasil depende do resultado deste jogo! Não basta assistir ao jogo. Faça mais. Ajude o seu time! Em outras palavras, AJUDE a Lava Jato!

Para entender melhor o que está acontecendo neste jogo, continue lendo aqui:
http://almirquites.blogspot.com.br/2015/09/quem-tem-medo-da-lava-jato.html
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Vejam só que ideia simpática
 Brincadeira de autor desconhecido


Devido ao longo tempo necessário para o judiciário julgar os casos de corrupção, por uma evidente falta de juízes, as autoridades governamentais poderiam agir como fizeram com os médicos estrangeiros, criando o programa 'Mais Juízes'. Contrata-se juízes estrangeiros, dispensando-os da validação de diplomas, do exame de Ordem e do exame de admissão à Magistratura.

Seria ótimo que para cá viessem os juízes malaios, árabes, os que cortam mãos de ladrões, e chineses, esses que até cobram as balas para fuzilamento de condenados.

Para os casos mais demorados, como o do Mensalão, com seus embargos e trocas de juízes, poderiam ser importados juízes cubanos e dar a eles autoridade para aplicar a mesma pena que aplicariam em Cuba, cultuado país comunista onde ainda há fuzilamentos para crimes contra o Estado.

Esses novos juízes poderiam ser enviados para as regiões mais carentes de justiça como Brasília, Maranhão, Alagoas, Bahia, Rio de Janeiro, avaliando gastos com  Copa do Mundo, como as reformas dos estádios de futebol, julgarem mensalões, mensalinhos, dinheiro em cueca, verbas partidárias, depósitos no estrangeiro e demais desvios, aqueles que o Sr. Lula e a Sra. Dilma nunca sabem.

O que acham da ideia? Se concorda, repasse.


O estelionato eleitoral
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O Wall Street Journal e 
o fatiamento da Lava Jato

O influente The Wall Street Journal abre passagem, em reportagem de alto de página, para o juiz Sérgio Moro, explicando a seus leitores americanos e do mundo inteiro que ele passou a ser uma figura cultuada no Brasil, menos, é claro, para fatias de poder político e empresarial.

O diário financeiro enfatiza que o juiz adjudica o vasto escândalo de corrupção da Petrobras, emitindo mandados e sentenças contra alguns dos mais poderosos executivos do Brasil.

Clique para ouvir:
*         Meu governo não está envolvido em escândalo de corrupção", afirma Dilma
*         Moro manda soltar segundo executivo da Odebrecht, com medidas cautelares
*         Sem Moro, o projeto criminoso de poder oprimiria mais o Brasil

O jornal detalha o culto de Moro, com bonecos inflados em protestos e os aplausos que ele recebe ao entrar em restaurantes. No entanto, existe a lembrança sobre a recente decisão do Supremo Tribunal Federal, em Brasília, tirando alguns dos casos das mãos do juiz de Curitiba, o que ameaça o seu legado. É aquilo que está sendo conhecido como fatiamento, o que levou muitos no Brasil a temer que o barco da jornada contra a corrupção do Brasil afunde sem Sérgio Moro no timão.

O juiz Moro não deu declarações ao Wall Street Journal, mas advogados entrevistados pelo jornal alertam que o fatiamento pode enfraquecer as investigações e levar muita gente a perder a confiança na Operacão Lava-Jato.

O jornal lembra que nos últimos meses, o juiz Moro conferiu sentenças de prisão que eram impensáveis tempos atrás no Brasil e cita os exemplos dos 15 anos de prisão para o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e os 20 para o ex-diretor da Petrobras Renato Duque.

Advogados de defesa de acusados na Operação Lava-Jato, é claro, reclamam do culto à personalidade de Moro, advertindo que prejudica o sistema judicial brasileiro, mas procuradores rebatem que o juiz merece a visibilidade, além de ser alguém que não se intimida.

Ao final da reportagem, o Wall Street Journal cita que o juiz Sérgio Moro disse, num evento em São Paulo, que "é preocupante quando o pagamento de propina se torna banal em um país".

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Para entender melhor a malandragem do “fatiamento” da Lava Jato, leia o artigo abaixo, um editorial do jornal o Globo de 24/08/2015:


Riscos no fatiamento da Lava-Jato

A retirada, pelo STF, de acusação contra a senadora petista Gleisi Hoffmann do âmbito do petrolão indica mudança de postura em relação ao julgamento do mensalão.
A expectativa era que o peso do Supremo na tramitação da Lava-Jato aumentaria à medida que a Procuradoria-Geral da República encaminhasse mais nomes com foro privilegiado à Corte, para a instauração, ou não, de processos. O papel do STF, porém, cresceu nos dois últimos dias, a partir de uma discussão que parecia trivial. Tratava do destino das acusações à ex-ministra e senadora petista (PR) Gleisi Hoffmann de se beneficiar de recursos desviados de um contrato assinado entre o Ministério do Planejamento, quando lá estava o marido de Gleisi, o também petista Paulo Bernardo, e a Consist, em torno de empréstimos consignados.

No entendimento da força-tarefa do Ministério Público que trabalha em Curitiba junto ao juiz Sérgio Moro, o assunto é parte da Lava-Jato por ter relação com os esquemas de operação financeira subterrânea do petrolão. A própria Gleisi já havia sido citada na delação premiada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa como beneficiária de desvios de dinheiro da estatal.

Mas, na terça, em sessão da segunda turma do STF, responsável pela Lava-Jato, o relator que trata do tema na Corte, ministro Teori Zavascki, teve o apoio dos colegas Dias Toffoli e Cármen Lúcia na tese da desvinculação do processo do caso Lava-Jato. Gilmar Mendes se opôs, a divergência foi para o plenário, ontem, e, por maioria de votos — a Gilmar Mendes se juntaram apenas Celso de Mello e Luís Roberto Barroso —, o processo foi desvinculado do petrolão. Assim, quem, envolvido no caso, não tem foro privilegiado sai da jurisdição do juiz Sérgio Moro.*
A Procuradoria-Geral da República havia pedido a Zavascki que revisse a posição. No entendimento da PGR, não fazia sentido retirar Gleisi da Lava-Jato porque as supostas propinas do Fundo Consist também passariam pelo tesoureiro João Vaccari Neto — recém-condenado por Moro —, o grande operador de dinheiro sujo no partido, independentemente da origem.

Para o MP, abriu-se a porta para o fatiamento da Lava-Jato, com grandes riscos para toda a Operação. Assim, por exemplo, propinas que tenham tramitado pelo mesmo esquema financeiro clandestino de Alberto Youssef e outros, e mesmo com as digitais de Vaccari, poderão sair da Justiça de Curitiba (Moro), se a origem do dinheiro não for a Petrobras. E, no STF, haverá o risco de serem desvinculadas de um esquema mais amplo. Ao divergir da maioria, ontem no plenário, Gilmar Mendes alertou para o fato de estar sob investigação uma grande “organização criminosa”, responsável por desvios não apenas na Petrobras. E é fato, basta constatar que as mesmas empreiteiras do petrolão aparecem no escândalo da Eletronuclear.

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* Este suspeitosíssimo desmembramento muito é conhecido como fatiamento da Lava Jato. Ou seja, artimanha pretensamente jurídica para salvar alguns figurões do lulopetismo. 



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O STF e o Petrolão

O Petrolão, com o peso de sua sovinice, não teria emergido sem a coragem do Relator Joaquim Barbosa na Ação Penal 470 (o Mensalão). A partir dela (da AP 470), o Supremo Tribunal Federal (STF) arvorou-se em fazer política reles, com “p” minúsculo, sem pensar nos precedentes que abria nos momentos em que jogava para a plateia, escolhia inimigos e relativizava a Constituição. Ao entrar no jogo político, não mediu as consequências e deixou uma lista de precedentes com alto potencial para corroer a democracia brasileira. O STF teima em ser um poder que não obedece limites.

Atualmente o Supremo trata o Petrolão de forma diversa do Mensalão. No caso do Mensalão, foi constatado que havia uma única “organização criminosa”. Assim, réus com e sem foro privilegiado foram julgados em grupo no STF. Lembrem-se que a primeira ação da defesa dos "mensaleiros" foi a de defender o desmembramento do processo, ou seja, o que hoje chamamos de "fatiamento do processo"..** Não época, não conseguiram o fatiamento e as condenações trouxeram esperanças ao povo brasileiro e dignificaram a Justiça. No entanto, já se percebia que o vírus da subserviência não estava afastado.

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