terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

PIOR DO QUE A CENSURA É A AUTOCENSURA

03/02/2015. por José J. de Espíndola, PhD, Dr.H.C

Alcorão: Um manual de ódio e dominação
(Pior do que a censura é a autocensura)

 O que escrevo abaixo é um exercício contra a minha própria autocensura.
Aos que se incomodarem, lamento e peço desculpas.
Aos que me compreenderem, minha sentida gratidão.
Aos que me apoiarem, faço um convite: juntem-se à luta pelos valores ocidentais e pela civilização.


Emocionante a história do muçulmano Lassana Bathily, que salvou algumas pessoas em uma loja de alimentos Kasher (Kosher, em Yiddish) em Paris, do ataque de um fanático, fiel  seguidor dos preceitos vingativos de Mohammad, estabelecidos no Alcorão.


Esta boa pessoa deve fazer parte dos 75% de muçulmanos pacíficos de que fala a jornalista e escritora Brigitte Gabriel (vídeo abaixo). Os demais 25% são fanáticos seguidores do texto do Corão. Seguem-no sem contextualização porque (nisto têm razão) seus versos não foram escritos por humanos (ao contrário das leis e constituições do mundo e do Velho Testamento), mas por Deus mesmo. E a palavra de Deus, quando escrita no Céu, não se submete a contextualizações, interpretações à luz da modernidade, ou exegeses. Nisto grupos terroristas como Hezbolahh, Al Qaeda, ISIS, etc., estão cobertos de razão.

O que Muhammad fez, por ordem do anjo Gabriel, - o mesmo que anunciou a gravidez sem prévia cópula de Maria – foi ler, decorar e reproduzir o que Alá escreveu, com letras de ouro (e não poderia ser metal diferente) lá no Céu mesmo. Nem Jesus, que se dizia filho de Deus, teve esta tamanha honra e regalia como a emprestada por Deus a Maomé.


(Abro aqui um parêntesis: o próprio Mohammed conta que estando para descansar numa caverna, foi visitado por uma luz ofuscante que, num primeiro momento, o fez pensar estar possuído pelo Demônio – hipótese que, com o passar do tempo, mostrou-se correta. Mas, continua Maomé, a visão se identificou com o anjo Gabriel, já conhecido de Maria há seiscentos anos atrás, que lhe ordenou que lesse o Alcorão - escrito em Árabe, vejam só! - e revisado por Deus mesmo, lá no Céu. A tarefa do Profeta (ou Mensageiro), tratamento conferido a ele pelo Senhor, era a de apenas decorar e transcrever o divino texto, para o mundo vir a conhecer e obedecer sem restrições ou contestações. E quem, a partir daquele momento, não acreditasse nesta história contada por Mohamad, estaria lascado. Quem ousasse não crer nessa história (como se crer fosse um ato de vontade: agora vou crer que a Dilma tem cérebro, a partir deste momento, vou crer que Lula nada sabia...) seria considerado um KAFIR, a pior característica da língua árabe, merecedor apenas de ódio e degola. Por exemplo, no Alcorão 8:12 se lê “Então teu Senhor falou a Seus anjos e disse, ‘Eu estarei contigo. Darei resistência aos crentes. Eu espalharei terror no coração dos Kafirs, cortarei suas cabeças e as pontas de seus dedos!’ ” . Ou ainda esta preciosidade de amor e tolerância: Alcorão 9:29: “Faça guerra àqueles que receberam as Escrituras [Judeus e Cristãos] mas que não acreditam em Alá ou nos Últimos Dias. Eles não proíbem o que Alá e seu Mensageiro proibiram. Os Cristãos e Judeus não seguirão a religião da verdade enquanto não pagarem o tributo [jizya] e forem humilhados.”

São mais de uma centena de suratas seguindo o mesmo diapasão das duas acima citadas. Religião de paz e tolerância é esta mesma, trazida pelo Mensageiro de Alá a este mundo de Kafirs. Fecho aqui o parêntesis.
).
None Darwish: Sharia law:
====


Estima-se que 25% dos muçulmanos são fundamentalistas e desejam dominar o mundo e impor sua religião, conforme mandamento de Alá colocado no Alcorão. Aliás, não se trata apenas de uma religião: é muito mais do que uma religião. Trata-se de toda uma ordenação jurídica, inclusive criminal, que cobre os vários aspectos da vida das pessoas. É isto o que se quer impor ao mundo e, de fato, quase se chegou lá no passado (ver Bill Warner).

Fazendo as constas, 25% dos muçulmanos significa, por baixo, 180 milhões de fanáticos querendo cumprir as ordens de Maomé (perdão, de Alá), expressas no Corão, de dominar o mundo, matar ou converter os infiéis e criar um califado que cubra o mundo. A todos será dado o direito de conversão ao Islã, caso contrário, a degola.

Sim, Lassana Bethily não faz parte destes 25%, como também não o faz Brigitte Gabriel, nascida libanesa e cristã maronita, quase morta pelos fanáticos na guerra que assolou aquele país. Brigitte Gabriel emigrou para os Estados Unidos, é cidadã americana e tem vários livros escritos sobre o Islã e sobre os fanáticos seguidores do monstro moral a assassino Mohammed.

Claro que o feito de Lassan Bathily me comove, não porque seja muçulmano, mas porque foi um gesto humano de grandeza.

Mas Brigitte Gabriel me comove muito mais pela coragem de enfrentar inúmeras ameaças de morte, simplesmente por falar a verdade e combater a intolerância religiosa e a doutrina monstruosa de Maomé.

Também muito me comove a egípcia, hoje naturalizada americana, None Darwish, quando denuncia o Islã e seus instrumentos de estado, como a Sharia, que se quer impor ao mundo civilizado

Emocionou-me muito a resposta que Brigitte Gabriel deu a uma muçulmana que aparece fazendo aquilo que os fanáticos mais gostam de propalar e ouvir: que são vítimas de discriminação, humilhados e ofendidos no ocidente, daí matarem em nome do profeta.

Obeservação 1- Não tenho dados numéricos precisos, mas se o número de indianos vivendo no Reino Unido, por exemplo, não for maior, não deve ser muito menor do que o de muçulmanos. Entretanto, eles não se dizem discriminados, desrespeitados por sua religião e outras babaquices levantadas pelos seguidores do Mensageiro de Alá. Vivem e trabalham ordeiramente no Reino Unido, fazem caridade a todos (até a britânicos!) e são queridos e respeitados por todos. By the way, a autoridade máxima na Scotland Yard é um cidadão de descendência indiana, de turbante e tudo. Bela gente!

Observação 2- Antes que me lembrem, informo que conheço o Velho Testamento o suficiente para saber de algumas barbaridades cometidas e outras ordenadas pelo Deus de Abraão. Noto, entretanto,

  1. Uma questão de escala. O Alcorão é, em boa conta, um código de ódio, perseguição e horrores prometidos aos Kafirs (os não crentes). Não é atoa que Muhammad, pouco antes de morrer, lançou algumas pragas e danações a Judeus e Cristãos.
  2. O exemplo de Jesus, em boa parte, contradiz o Deus do Velho Testamento. Ele trás uma mensagem de paz e amor universal, ao contrário da proteção discriminatória a um povo do Velho Testamento e do ódio inflamatório do Mensageiro. Atribui-se a Jesus a frase: “Ama a teu inimigo como a ti mesmo”. Esta frase, em si mesma, quase torna o Novo Testamento a negação do Islã. Como o cristianismo impregnou a cultura ocidental, os Judeus também se beneficiaram desta cultura, já que estavam, em sua grande maioria, espalhados pelos países ocidentais, consequência da Diáspora. Penso que esta cultura é carregada hoje (embora, talvez, não percebida) pela grande maioria dos Judeus.
  3. No ocidente tivemos uma Reforma e a revolução do Iluminismo. A separação entre Igreja e o Estado (coisa inconcebível no Islã) é a grande consequência dessas duas revoluções culturais, principalmente da segunda. O Estado Laico garante o direito de fé (ou de ateísmo) e de seu exercício, sem adotar qualquer uma das partes. Mantém-se adequadamente neutro em relação a questões de fé religiosa. O ordenamento jurídico do Estado Laico é feito por homens e não por um deus e a sua infalibilidade não é apregoada nem garantida, o que permite sua crítica, evolução e adaptação a novos costumes. Já a crítica ao Estado Islâmico é uma ofensa a Alá, seu inspirador, punível com a vida. Para um ocidental, é difícil crer que esta excrecência religiosa, política e cultural ainda perdure, mate e aterrorize. Seguem abaixo algumas fontes de alimentação do debate.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

In nomine Dei.
Perdão, In Nomine Dei não mais. Isto terminou na Idade Média.
Os ventos benfazejos do Iluminismo acabaram com esta barbárie.
Mas, desgraçadamente, é apropriado dizer, hoje:
Em nome de Alá


Piloto jordaniano sendo queimado vivo pelos monstros do ISIS, em nome de Alá, o Misericordioso

Alcorão (4:74) - "Que combatam pela causa de Deus aqueles dispostos a sacrificar a vida terrena pela futura, porque a quem combater pela causa de Deus, quer sucumba, quer vença, concederemos magnífica recompensa", Ele está incitando ações que, hoje, chamamos terroristas -como os ataques suicidas às torres gêmeas em setembro de 2001 – como os homens, mulheres e crianças bombas e outras monstruosidades.
Alcorão (2:216) - "Está-vos prescrita a luta (pela causa de Deus), embora o repudieis. É possível que repudieis algo que seja um bem para vós e, quiçá, gosteis de algo que vos seja prejudicial; todavia, Deus sabe todo o bem que fizerdes, Deus dele tomará consciência. ", não há o que contextualizar: o Islã, como criado pelo próprio Deus, não é uma religião de paz. Valem os comentários apostos ao verso anterior.

(Alcorão 3:85) - “E quem quer que almeje (impingir) outra religião, que não seja o Islã, (aquela religião) jamais será aceita e, no outro mundo, essa pessoa contar-se-á entre os desventurados.” (destaque meu, Espíndola)
Essa pessoa que almeja impingir outra religião é conhecida como Kafir (infiel) e, em outros versos, Deus informa a Muhammad que deve ser morta, ou viver como pária até a conveniente conversão.
O Deus de Muhammad (bem como o dos cristãos e dos judeus) é ciumento como o mais comum dos mortais e não admite vassalagem a outro deus e outra religião. Fica nervosinho quando isto acontece! É como o marido que descobre que a mulher presta vassalagem (no sentido figurado, claro) a outro homem.
Cuidado, pois, judeus, cristãos, papa Francisco e seu clero: segundo palavras escritas no Céu pelo próprio Alá e (apenas) reveladas por Muhammad, vocês todos jamais serão aceitos no outro mundo (seja lá onde isto fique) e lá vocês serão contados “entre os desventurados”.

Alcorão (2:191-193) - "Matai-os onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos. Porém, se desistirem, sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo. E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Deus. Porém, se desistirem, não haverá mais hostilidades, senão contra os iníquos”

 O contexto histórico desta passagem não é de carater defensivo, já que Muhammad e seus seguidores tinham apenas mudado para Medina e não estavam sob o ataque de seus adversários de Meca. Na verdade, os versos exortam a guerra ofensiva, enquanto os Muçulmanos se dirigiam a Meca. O uso da palavra "perseguição" por parte de alguns tradutores Muçulmanos é, portanto, falso (as palavras reais Muçulmanas de perseguição - "idtihad" - significa opressão). O árabe real vem de "Fitna", que pode significar descrença, ou a desordem que resulta da descrença ou da tentação. Tomado como um todo, o contexto deixa claro que a violência está sendo autorizado até que "a religião de Deus seja estabelecida",  isto é, incrédulos desistam de sua incredulidade ou morram.

  Alcorão (2:244) - "Combatei pela causa de Deus e sabei que Ele é Oniouvinte, Sapientíssimo."

  Alcorão (2:216) - "Está-vos prescrita a luta (pela causa de Deus), embora o repudieis. É possível que repudieis algo que seja um bem para vós e, quiçá, gosteis de algo que vos seja prejudicial; todavia, Deus sabe todo o bem que fizerdes, Deus dele tomará consciência. "

 Este verso não só estabelece que a violência é um ato virtuoso, mas também contradiz o mito de que a luta é destinado somente em auto-defesa, já que o público não estava sob ataque no momento. A partir dos Hadiths, sabemos que este versículo foi narrado em um momento que Muhammad estava realmente tentando motivar seu povo, com o fim de saquear os mercadores em suas caravanas.

  Alcorão (3:56) - "Quanto aos incrédulos, castigá-los-ei severamente, neste mundo e no outro, e jamais terão protetores."
Puxa, aqui até os ateus se ferram.

  Alcorão (3:151) - "Infundiremos terror nos corações dos incrédulos, por terem atribuído parceiros a Deus, sem que Ele lhes tivesse conferido autoridade alguma para isso. Sua morada será o fogo infernal. Quão funesta é a morada dos iníquos.”


*****





  • 1. Brigitte Gabriel:
  • https://www.youtube.com/watch?v=hW2QAA7zXHU
  • 2. Nonie Darwish:
  • https://www.youtube.com/watch?v=vNCCgIzJvuE
  • 3.O MITO da minoria radical muçulmana:
  • https://www.youtube.com/watch?v=QkgRVggM-XE&x-yt-ts=1422579428&x-yt-cl=85114404
  • 4. Wafa Sultan (Abrir arquivo em anexo)
  • 5. Sadly true (ver abaixo)
  • Sadly true….

  • The Shoe Bomber was a Muslim 
  • The Beltway Snipers were Muslims 
  • The Fort Hood Shooter was a Muslim 
  • The underwear Bomber was a Muslim 
  • The USS Cole Bombers were   Muslims 
  • The Madrid Train Bombers were Muslims 
  • The Bafi Nightclub Bombers were Muslims 
  • The London Subway Bombers were Muslims 
  • The Moscow Theatre Attackers were Muslims 
  • The Boston Marathon Bombers were  Muslims 
  • The Pan-Am flight #93 Bombers were Muslims 
  • The Air France Entebbe Hijackers were Muslims 
  • The Iranian Embassy Takeover, was by  Muslims 
  • The Beirut U.S. Embassy bombers were Muslims 
  • The Libyan U.S. Embassy Attack was by Muslims 
  • The Buenos Aires Suicide Bombers were Muslims 
  • The Israeli Olympic Team Attackers were Muslims 
  • The Kenyan U.S, Embassy Bombers were Muslims 
  • The Saudi, Khobar Towers Bombers were Muslims 
  • The Beirut Marine Barracks bombers were Muslims 
  • The Besian Russian School Attackers were Muslims 
  • The first World Trade Center Bombers were Muslims 
  • The Bombay & Mumbai India Attackers were Muslims 
  • The Achille Lauro Cruise Ship Hijackers were Muslims 
  • The September 11th 2001 Airline Hijackers were Muslims'

  • Think of it: 

  • Buddhists living with Hindus = No Problem
  • Hindus living with Christians = No Problem
  • Hindus living with Jews = No Problem
  • Christians living with Shintos = No Problem
  • Shintos living with Confucians = No Problem
  • Confusians living with Baha'is = No Problem
  • Baha'is living with Jews = No Problem
  • Jews living with Atheists = No Problem
  • Atheists living with Buddhists = No Problem
  • Buddhists living with Sikhs = No Problem
  • Sikhs living with Hindus = No Problem
  • Hindus living with Baha'is = No Problem
  • Baha'is living with Christians = No Problem
  • Christians living with Jews = No Problem
  • Jews living with Buddhists = No Problem
  • Buddhists living with Shintos = No Problem
  • Shintos living with Atheists = No Problem
  • Atheists living with Confucians = No Problem
  • Confusians living with Hindus = No Problem

  • Muslims living with Hindus = Problem
  • Muslims living with Buddhists = Problem
  • Muslims living with Christians = Problem
  • Muslims living with Jews = Problem
  • Muslims living with Sikhs = Problem
  • Muslims living with Baha'is = Problem
  • Muslims living with Shintos = Problem
  • Muslims living with Atheists = Problem
  • MUSLIMS LIVING WITH MUSLIMS = BIG PROBLEM

  • **********SO THIS LEAD TO ***************** 

  • They’re not happy in Gaza 
  • They're not happy in Egypt
  • They're not happy in Libya
  • They're not happy in Morocco
  • They're not happy in Iran
  • They're not happy in Iraq
  • They're not happy in Yemen
  • They're not happy in Afghanistan
  • They're not happy in Pakistan
  • They're not happy in Syria
  • They're not happy in Lebanon
  • They're not happy in Nigeria
  • They're not happy in Kenya
  • They're not happy in Sudan

  • ******** So, where are they happy? **********
  • They're happy in Australia
  • They're happy in England
  • They're happy in Belgium
  • They're happy in France
  • They're happy in Italy
  • They're happy in Germany
  • They're happy in Sweden
  • They're happy in the USA & Canada
  • They're happy in Norway & India
  •  
  • They're happy in almost every country that is not Islamic! And who do they blame? Not Islam... Not their leadership... Not themselves... THEY BLAME THE COUNTRIES THEY ARE HAPPY IN!!
  • And they want to change the countries they're happy in, to be like the countries they came from where they were unhappy and finally they will get hammered !!!! 

  • Islamic Jihad: AN ISLAMIC TERROR ORGANIZATION
  • ISIS: AN ISLAMIC TERROR ORGANIZATION
  • Al-Qaeda: AN ISLAMIC TERROR ORGANIZATION
  • Taliban: AN ISLAMIC TERROR ORGANIZATION
  • Hamas: AN ISLAMIC TERROR ORGANIZATION
  • Hezbollah: AN ISLAMIC TERROR ORGANIZATION
  • Boko Haram: AN ISLAMIC TERROR ORGANIZATION
  • Al-Nusra: AN ISLAMIC TERROR ORGANIZATION
  • Abu Sayyaf: AN ISLAMIC TERROR ORGANIZATION
  • Al-Badr: AN ISLAMIC TERROR ORGANIZATION
  • Muslim Brotherhood: AN ISLAMIC TERROR ORGANIZATION
  • Lashkar-e-Taiba: AN ISLAMIC TERROR ORGANIZATION
  • Palestine Liberation Front: AN ISLAMIC TERROR ORGANIZATION
  • Ansaru: AN ISLAMIC TERROR ORGANIZATION
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  • Abdullah Azzam Brigades: AN ISLAMIC TERROR ORGANIZATION

  • AND A LOT MORE !
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