sexta-feira, 28 de novembro de 2014

SÓ INTERESSA A ELEIÇÃO, NADA MAIS!

NOVO GOVERNO DILMA E A ECONOMIA
A. Quites - 27/11/2014
O discurso petista em defesa dos pobres e indefesos é uma hipocrisia gritante. O PT de hoje é a própria oligarquia, o governo de poucos em benefício próprio, com amparo na riqueza pecuniária. É a verdadeira elite. É o que os petistas erradamente denominam de "DIREITA"! É partido composto por líderes bilionários, como o inculto Lula e seu filho Lulinha, tudo a custo de muita corrupção. Só não vê quem não quer ver.

A saúde e o bem-estar do Brasil e dos brasileiros não importam. O PT só pensa em ganhar eleições. 

O próximo ministro da Fazenda do novo governo de Dilma Rousseff, Joaquim Levy, só foi aceito pelos petistas porque a cúpula do governo prometeu que ele faria "maldades", como o rigoroso ajuste fiscal, "apenas nos dois primeiros anos do novo mandato". Mas hoje, no Palácio do Planalto, Levy deixou claro que o ajuste fiscal rigoroso será mantido até quase o final do governo, quando o superávit primário alcançar 2% do PIB. Os petistas vão chiar temendo a impopularidade ao governo Dilma até a véspera da disputa presidencial de 2018. Só a eleição lhes interessa.

Na verdade, a nomeação de Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda representa uma ruptura com a condução da política econômica de linha demagógica e consumista do primeiro mandato de Dilma. Depois da última vergonhosa decisão de jogar no lixo a Responsabilidade Fiscal, acionando a base comprada do aparelhado Congresso Nacional para que essa indecente medida fosse aprovada e para assim salvar a presidente do Crime de Responsabilidade, parece que "caiu a ficha" sobre a fragilidade da atual condução da economia e sobre os graves desafios que advindos da deterioração da situação fiscal. 

A mudança é necessária. Então, é preciso adotar o receituário econômico do PSDB, mesmo que Levy e Dilma pensem completamente diferente sobre a condução da economia, se é que ela pensa mesmo sobre o que diz e é divulgado em seu nome. Dilma chegou a chamar de rudimentar o ajuste fiscal da equipe do ex-ministro Antonio Palocci durante o governo Lula, quando o tripé macroeconômico de FHC ainda era respeitado! 

A escolha exatamente do ex-secretário do Tesouro da gestão do ex-ministro Antônio Palocci significa um reconhecimento tácito e tardio a política econômica de FHC, especialmente porque feita mesmo sob o risco de um efeito político negativo para Dilma, que durante a campanha criticava Armínio Fraga, titular da Fazenda em um eventual governo de Aécio Neves. 

O slogan de campanha de Dilma neste ano, “Governo novo, ideias novas”, escondia que  “ideias novas” significava o que o PT sempre chamou de "saco de maldades": reajuste das tarifas de energia, aumento do preço dos combustíveis, aumento de impostos impostos, aumento da gasolina, redução de benefícios trabalhistas e tributários, elevação dos juros e inúmeras outras “medidas impopulares”, como Dilma as classificava. Claro que a necessidade atual destas medidas duras se deve a má administração da economia nos mandatos do PT, mas isso ela não reconhece publicamente. O Instituto Teotônio Vilela, do PSDB, há algum tempo vem alertando que o Brasil chegara a uma situação em que a incompetência e a farra promovida com o dinheiro público impunham a adoção de algumas dessas medidas impopulares. Não dá para manter nem mesmo os programas sociais quando a economia é destruída.

Assim, caiu a máscara de Dilma e do PT, que nunca tiveram compromisso com os trabalhadores, a quem enganaram, até mesmo na recente campanha eleitoral, quando mentiram de forma vergonhosa. Dilma chegou a dizer em debates televisivos com Aécio que o PSDB quebrara o Brasil três vezes. Uma mentira que, num país sério, bastaria para levar o impeachment à presidente.

Enquanto o candidato Aécio Neves fez uma campanha séria alertando para a necessidade de profundas mudanças para salvar o país, Dilma, conhecedora da situação catastrófica das contas públicas, alardeava que o Brasil era o “país das maravilhas”. Agora, depois de empurrar a economia ladeira abaixo e ter ganho as eleições, a única alternativa de Dilma para tentar salvar o que resta da nossa pátria e também da sua pele, foi indicar Joaquim Levy para comandar o Ministério da Fazenda. Levy, que hoje trabalha no Bradesco, segue as diretrizes de seu amigo e professor Armínio Fraga, coordenador do programa econômico de Aécio durante a campanha presidencial e que seria o ministro da economia em um eventual governo do tucano.

Assim, o governo que ganha as eleições vai governar com o programa da oposição! Nunca vi isso! Há algo de muito errado com o sistema eleitoral brasileiro.

Acho que Levy não vai durar muito como ministro.

A verdade é que a realidade se impôs à Dilma.  A vitória eleitoral do PT não correspondeu a uma vitória política, já que o milagre eleitoral foi forjado pelas fontes de recursos ilícitos, pela urna eletrônica, pelo abuso da máquina pública e pelas mentiras, divulgadas tanto pela propaganda eleitoral, como pela máquina de difamação e amedrontamento espalhadas em pelo país. Como Lula confessou que faria, Dilma o endossou publicamente ao bradar: “Nós podemos disputar eleição, nós podemos brigar na eleição, nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição. Agora, quando a gente está no exercício do mandato, nós temos que nos respeitar, porque fomos eleitos pelo voto direto do povo brasileiro”.

"Nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição", repito. Eu já sabia disso e não me surpreendi. 





Convite 2: veja este vídeo para relaxar
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Depois da campanha eleitoral
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Enquanto isso, a Venezuela bolivariana continua afundando. O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ordenou nesta sexta-feira (28) uma série de medidas de austeridade no país, incluindo a redução dos salários dos funcionários públicos de alto escalão, devido à decisão da Opep de manter o atual teto da produção de petróleo, o que afetou diretamente o orçamento nacional. 

"Determinei um conjunto de cortes no orçamento da Nação", disse Maduro durante um evento com funcionários públicos, acrescentando que "haverá uma revisão dos salários em todo o primeiro escalão dos ministérios e das estatais, começando pelo presidente da República".
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Vejam também:
3) Urna eletrônica tem falhas que permitem ataques e manipulações, afirmam especialistas 

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